Quando a arte é onde se inventa o mundo

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Outras Palavras também foi ficção, crítica literária e artística. Às vezes, lugar dos novos mundos é bem longe das instituições

Da Redação

Não foi por acaso que, na Bolívia, a VII Bienal Internacional de Arte teve nas ruas seu lugar privilegiado de expressão, com manifestações contra e a favor ao da construção de uma estrada cruzando o Território Indígena e Parque Nacional Isiboro Sécure (Tipnis). Arte e política sempre andaram juntas. Em 2011, não foi diferente. Mas, claro, a arte tem vida própria  e Outras Palavras soube valorizá-la quando nos foi apresentada. Além das nossas tradicionais análises e reportagens muitas vezes tratando de assuntos áridos, como a crise econômica , também abrimos espaço para expressões artísticas, fossem contos, cinema ou ensaios fotográficos. Abaixo uma pequena seleção do que pudemos visibilizar durante o ano que se acaba. Com ela, o convite para quem quiser se utilizar de nosso espaço

Sob o som das marchas, abre-se a Bienal de La Paz
Ao tematizar Diálogos na Complexidade, mostra atravessa a babel política e cultural boliviana e faz ressoar paradoxos nada triviais

Censura no cinema brasileiro
Após kit anti-homofobia, curta-metragem brasileiro com temática homossexual é censurado por pressão de religiosos.

Morte incidental no trem subterrâneo
– Foi um senhor. – Teria se jogado em alguma estação. Foi suicídio mesmo? Às vezes, se perde a consciência

TEXTO-MEIO

Olho de robô
Na noite de Porto Alegre, um humano e um androide especulam sobre realidade e ficção. Um conto de Jéferson Assumção

Lupicínio pelo avesso
Em seu show, Arrigo descobre um “rei da fossa” sarcástico, que talvez nem o próprio compositor conhecesse em si mesmo

TEXTO-FIM
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