17 artigos encontrados
Por que a região central da cidade apresenta maior parte das denúncias, mas é percebida como espaço “mais seguro” por LGBTIs? Como a violência policial influi na subnotificação na periferia? Trans recém-eleitxs poderão mudar esse mapa?
Índia e África do Sul pedem o óbvio: a Ciência necessária para lutar contra a pandemia deve ser propriedade Comum da humanidade. Mas as corporações farmacêuticas e os países ricos resistem. Brasil prepara-se para a omissão
Em mapa-síntese, uma ambiguidade brasileira: os estados com maior violência contra a população não-binária — e os locais onde ela, organizada, levanta bandeiras por seus direitos. Haverá relação entre crimes de ódio e ações afirmativas?
Relatório contou 124 homicídios no país em 2019 – o dobro do México, segundo colocado no ranking. País é o mais transfóbico do mundo; 80% dos crimes tiveram requintes de crueldade. Somente 8% dos casos tiveram suspeitos identificados
Cruzada contra a “ideologia de gênero” não é apenas moralista: Bolsonaro tenta mobilizar população pelo ódio e medo. Resistência deve furar bolhas e reunir outras vítimas da opressão — em articulação mais ampla de movimentos sociais
Escolas e professores pouco preparados para lidar com sexo. Incompreensão e tabus religiosos ampliam sofrimentos. Programa pioneiro foca problema
No Dia Internacional de Visibilidade Trans, vale examinar debate pouco conhecido, que revela muito sobre construção da ideia de mulher
Exame de uma construção midiática. Na Venezuela, como no genocídio em Gaza ou no Iraque, apaga-se a barbárie, deslocando-se o foco para a “precariedade” da vítima e a “excelência técnica” do agressor. O que sobra é um mundo um pouco mais baixo, violento e cínico
Após o sequestro de Maduro, Trump indica aceitar um governo liderado por Delcy Rodríguez, desde que o controle do petróleo venezuelano seja transferido a empresas dos EUA. A decisão não será fácil. O Estado venezuelano encontra-se por um triz
O sequestro de Maduro reduz, mas não elimina a força do chavismo na Venezuela. Tampouco resolve o declínio hegemônico dos Estados Unidos. E Washington não é capaz de oferecer oportunidades de desenvolvimento que compitam com a alternativa chinesa
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