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Com tradução direta do alemão, Boitempo lança obra seminal para o marxismo. O escrito, que influenciou autores como Adorno e Benjamin, empreende uma investigação sobre a divisão entre trabalho intelectual e manual. Leia o prefácio e concorra a exemplares
Com a IA e as TICs, reaparece velho fetiche – o da “superação” do labor humano. Inteção é óbvia: esconder uma precarização cada vez mais intensa, para torná-la irreversível. Felizmente, seguem vivos o trabalho, a revolta contra sua exploração e a busca de novos sentidos para ele
A luta por dignidade exige novas pautas. Exercer ocupação relevante. Não sofrer a captura da atenção, nas redes sociais. Não perder horas num transporte precário. Não deixar que nossa existência breve seja consumida por sistema em frangalhos
Cresce a resistência às políticas que incitam desempregados a buscar qualquer ocupação – mesmo desqualificada e inútil. Por trás das pressões, há um projeto do capital e uma ideologia. É preciso compreendê-los, para buscar alternativas
Aconteceu nos Estados Unidos: como alguns sindicatos e intelectuais acreditaram que o avanço técnico eliminaria o trabalho penoso. E como os próprios operários perceberam que se tornavam cada vez mais explorados e submetidos
Em novo livro, filósofo provoca: pandemia destroçou cadeias afetivas; o fascismo capitaliza o mal-estar. Antídoto: propor vida em que o compartir, o estar-e-pensar juntos e o desfrute do sensual substituam a abstração selvagem da mercadoria
Direita faz cena contra a lei como parte de sua guerra cultural – mas está muito à vontade com o privatismo da ferramenta. Esquerda entrincheira-se em sua defesa, e ao fazê-lo abandona a luta por políticas públicas. Há alternativas a este nó
Como a entrada da Alphabet nas cátedras aprofunda a dependência e ameaça a soberania nacional? Que ardis utiliza para forçar acesso ao pensamento estratégico do Estado e transformar ciência pública em infraestrutura privada de poder?
Alta do custo de vida foi o estopim das manifestações. EUA e Israel tentam dirigi-las para a “mudança de regime”. Esta ousadia pode ser seu ponto fraco: população rejeita interferência externa. Regime age para enfrentar as sanções, mas resultados ainda são limitados
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