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Cidade deixou de investir em abastecimento há décadas – e, como todo o país, vomita esgotos nas represas. Tudo piorou com corte de verbas de Bolsonaro e plano de sucatear a Cedae. Que venha a rebeldia civilizatória de nova Revolta da Vacina!
Bolsonaro e Congresso empurram, a toque de caixa, projeto que pode acabar com empresas públicas de Saneamento. Conheça os antecedentes; a participação da Coca-Cola, do senador Jereissati e dos EUA. E não estranhe o silêncio da mídia…
Inflação dos planos de é quase o dobro da geral. Estudo do IPEA sugere: agência foi capturada. Leia também: drama e resistência dos quilombolas; governo mira acidentados no trabalho; requintes de crueldade na tentativa de privatizar as águas
Estudos de ponta revelam: na vastíssima diversidade microbiológica que há nos intestinos, pode estar a cura para muitas doenças. Mas a dieta ocidental está matando o remédio
Relatório da ONU aponta emergência global: crescem desabastecimento e risco de guerras hídricas, enquanto poder econômico apodera-se das fontes. Saída inclui saberes ancestrais
Milhões de brasileiros vivem às margens de águas imundas. Rios urbanos estão mortos. Mas tema está ausente do debate nacional — talvez por afetar periferias invisíveis
Ermínia Maricato conta como elas regrediram nos últimos trinta anos e anuncia: vem aí uma mobilização nacional para resistir à […]
Feita sem debate algum, venda da Cedae, no RJ, abre caminho para que megacorporações controlem rios e aquíferos brasileiros, privando país de recurso crucial no século 21
Por Helena Borges, no The Intercept
Trabalhadores e pesquisadores alertam: governo age, sem alarde, para entregar setor. Processo elevará tarifas e inviabilizará extensão dos serviços para […]
Doença, antes muito restrita, espalha-se pelo mundo. No Brasil, foco principal, há coincidência impressionante entre multiplicação de seu vetor e aquecimento dos centros urbanos
Em colagem de citações, cenas de uma evolução histórico-filosófica. Como moeda e mensuração, marcas da modernidade, repercutiram no pensamento e produção científica. Por que o neoliberalismo é o ápice desta relação. O que virá a seguir?
Palavras encantam. Mas “de nada adiantarão / se não juntarem mão com mão / se não houver vozes em coro / abraços apertados / festa na praça / tambor a estremecer o chão / povo que canta / silêncio que escuta”
Ensinar não é só transmitir saberes, mas habitar linguagens, narrativas, símbolos e memória coletiva. É uma troca. Escola não é prédio, mas encontro. Lá, o professor se reinscreve apesar da pedagogia tecnocrática imposta – e a esperança respira
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