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Centro das lutas anticoloniais no Sahel, país prioriza alcançar soberania alimentar com políticas focadas em culturas essenciais. Nacionalização da mineração permitiu a compra de tecnologia. E capacitação de pequenos produtores em escala nacional avança reforma agrária
Após levantes militares com apoio popular, Burkina Faso, Mali e Níger tateiam um caminho soberano, que desafia o Ocidente. O que propõem? Como superar a dependência histórica, instabilidades regionais e novas formas de imperialismo?
Burkina Faso, Níger e Mali, que ensaiam romper com a ordem eurocêntrica, são reconhecidos pelo grande bloco do Sul Global, tornam-se observadores permanentes e já têm acesso a créditos. Qual a importância destes passos e por que as mídias comerciais os ignoram?
Reviravoltas políticas no Sahel se inserem no cenário de guerra da Ucrânia. Juventude fala em combater a pilhagem praticada pelo Ocidente. Ultradireita espreita – e só uma agenda pan-africana popular pode reforçar soberania africana
Com o rápido aquecimento da Terra, sudeste asiático e a região do Sahel, na África, podem ter até 95% de suas lavouras comprometidas. Um terço da produção global de alimentos fica em áreas de alto risco, sob ameaça de desertificação
Em cada jovem africano que busca o Ocidente, as pegadas do capitalismo: da escravidão à lógica que reduz o continente a eterno fornecedor de matérias-primas
Capital paraibana se consolida como um dos destinos de verão preferidos dos brasileiros. Mas o marketing esconde outra cidade: esgoto precário, transporte caríssimo e especulação imobiliária selvagem. Movimentos se articulam contra o descaso. Série de textos analisa estes dilemas
Desigualdade abissal exposta em Davos serve-se também de um abismo técnico. Sociedades e Estados decidem em ritmo analógico, mas riqueza social é capturada em velocidade quântica. Luta por soberania tem dimensão político-digital decisiva
Território autônomo, com governo libertário, é emparedado pelo exército sírio, forças turcas e milícias. Centros de ensino, também sob ataque militar, denunciam o genocídio em curso. “Defenderemos nosso povo e a possibilidade da vida pela qual lutamos para construir”
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