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Há 30 anos, esquerda e direita tentam enfrentar desigualdades brasileiras com pequenos auxílios monetários. Desindustrialização e dependência externa ficaram fora do debate. Resultado: reprimarização, atraso tecnológico e desemprego
Projeto de modernidade ocidental na região resultou em dependência mais sofisticada. Rentismo e modelo exportador foram a tônica. Cooperação com a China é oportunidade para disputar o sentido do futuro num mundo em transe
Em 200 anos de independência, nunca fomos tão subalternos. Crescimento econômico regrediu a patamares do Brasil Império. A indústria nacional é desmontada em nome da reprimarização. Em plena Era Digital, somos mero país consumidor…
“País de sobremesa”, descrito por Oswald de Andrade, está de volta. Em vez de menu nutritivo ao desenvolvimento nacional, elites aprofundam a reprimarização, em plena Era Digital. Ao andar de baixo, restam a barbárie e as migalhas do banquete
Pandemia e guerra na Ucrânia abalaram um projeto que já capengava. Surge novo cenário, em que Brasil tem a chance de se reposicionar. Mas precisará constituir outra maioria política e apostar no Estado e em nova noção de desenvolvimento
Desmembramento, captura e privatização total da Petrobrás estão em curso. Caso se completem, Brasil perderá chance de superar regressão produtiva e política em que mergulhou. É possível reverter o processo – mas não sem conhecê-lo a fundo
Alta sacrificará a população e ampliará as pressões inflacionárias, apenas para proveito do baronato financeiro. Medida expõe contradições de Bolsonaro e pode bloquear sua recuperação eleitoral. Há alternativa e Lula não deveria se omitir
Governo brinca com PIB e diz que país “cresce”. Em quinze gráficos, expomos o que a fala esconde. Produção arrasta-se; reprimarização acelera-se; investimentos declinam; emprego e salários caem; fome alastra-se e população enforca-se em dívidas
Retrato da regressão no pós-golpe: frente a ascensão da China e do capitalismo informacional, país aprofunda o desmonte da indústria em nome da reprimarização e das velhas riquezas. Papel do Estado limita-se à gestão da tragédia
Enquanto as cidades médias, sobretudo as ligadas ao agronegócio exportador, se expandem, grandes centros urbanos estão estagnados. Sem dinamismo produtivo, imperam o inchamento dos serviços, os trambiques, os bicos e a vida débito-crédito
O sequestro de Maduro reduz, mas não elimina a força do chavismo na Venezuela. Tampouco resolve o declínio hegemônico dos Estados Unidos. E Washington não é capaz de oferecer oportunidades de desenvolvimento que compitam com a alternativa chinesa
O recado de Trump está dado há muito: sua política imperialista e neocolonial não tem limites, sua intenção é roubar riquezas naturais e subjugar povos. Mas a trajetória de revoltas da Venezuela, e seu embrião de poder comunal, sugerem que nada está escrito
Após sequestrar Maduro, Trump assume cobiça pelo petróleo. Bombardeios visam os centros da resistência armada e popular — mas a luta não acabou. Episódio indica: é preciso colocar em pauta já, também no Brasil, ruptura das relações de dependência com os EUA
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