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Cerca de 20 mil paraguaios cultivam e processam planta consumida em todo o continente. Leis arcaicas os reprimem e os submetem a máfias e à repressão policial. Eles insistem, para não se render ao agronegócio. Até quando irá o preconceito?
Estados gastam bilhões em políticas antidrogas ineficazes. Sob o discurso moralista, formam policiais focados na repressão ao microvarejo e jovens negros. Sequer arranham a infraestrutura bilionária e internacional do tráfico
Política proibicionista, além de ineficaz e “justificar” massacres nas periferias, custa bilhões aos cofres públicos. Gastos do Rio poderiam custear 32 mil vagas na universidade pública. Os de SP, Renda Básica para meio milhão de famílias
Rio, Cabul, Manila, Soweto, Chicago: “guerra às drogas” foi imposta em toda a parte, apesar de seu notável fracasso. EUA usam redes de tráfico para golpes e assassinatos. Felizmente, cresce oposição ao proibicionismo. Vencerá, no Brasil?
Historiador brasileiro sustenta, em livro: não há fundamento científico algum para o proibicionismo; mas, sim, necessidade de controle social, num mundo que pode se tornar insupertável
No debate sobre as drogas, é grande a tentação de simplificar, apontando um lado do ‘bem’ e um do ‘mal’
Novos Estados norte-americanos podem derrotar proibicionismo em plebiscitos hoje. Mas a política de “guerra às drogas”, que já matou milhares, […]
Partidário da legalização, médico sustenta: só gente muito despreparada pode ignorar o interesse medicinal da planta, e jogar pessoas doentes nas mãos dos traficantes
Por Dráuzio Varella, no Cultura Verde
Balanço sobre estudos científicos que apontam benefícios e riscos da cannabis. E uma questão: iremos tratá-la racionalmente, ou como tabu?
Bem-humorada, eclética e pacífica, Marcha da Maconha reúne 15 mil pessoas, dispensa polícia e revela o quanto proibicionismo entorpece sociedade
Por Laura Capriglione, em Carta Capital
Pensador argumenta: perda de liderança tecnológica e econômica deixa a nu a pequenez moral do mundo eurocêntrico. Domínio do dólar não durará dez anos. Há, pela primeira vez em séculos, brecha para ordem mundial menos hierárquica
Uma leitura da obra do pensador quilombola substitui a crítica ao colonialismo pela idealização dos saberes ancestrais. Por outro lado, ele nunca quis fundar nova antropologia – e sim, confrontar academicismos. Apontamentos sobre artigo polêmico de Douglas Barros
O conturbado início de 2026 mostra que o Brasil precisa repensar sua posição no mundo. Um caminho é combater a cultura de subordinação interna e construir plataforma pela soberania para gerar autonomia política – e alavancar desenvolvimento nacional
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