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Há 60 anos, Celso Furtado lastimou a vida rural pobre e improdutiva, em que se cultivava só para subsistir. No país empobrecido de hoje, fenômeno adentrou as cidades. Entre o informal e o ilegal, precarização tornou-se cotidiano das maiorias
Além de superexplorar, neoliberalismo reduziu trabalhadores a “contratados” descartáveis. É hora de voltar a vê-los como sujeitos da produção social – logo, com direitos assegurados pelo Estado. Parte da esquerda hesita a dar este passo
Neste ano, o país bateu recorde histórico: 53 milhões estão desocupados, subutilizados ou desalentados. Mas cínicos, governo e empresariado usam o vírus para esconder tragédia da “reforma” trabalhista – e a centralidade da vida à Economia
Capitalismo produz nova distopia: milhões trabalham muito, no mundo todo, para fornecer dados aos programas de Inteligência Artificial. Têm alta formação. Ganham pouquíssimo, sem direito algum. Agora, começam a lutar
Miséria espraiou-se a dezenas de milhões; 2021 pode ser pior. Setores do empresariado mostram-se temerosos: sem R$600 e socorro ao comércio, economia travará. Escapar da tragédia requererá oposição robusta contra o pesadelo ultraliberal
Fenômeno não se inicia com a corporação estadunidense. Revendedoras Natura/Avon já amargavam distopia capitalista de trabalho sob demanda e “gestão corporativa” da precarização. Plataforma só inovou no despotismo algorítmico
Contra a mentira autoritária de que “o dinheiro acabou”, TMM sugere: Estado pode emitir moeda para implantar agenda de Bem-Estar, combater a precarização da vida e gerar milhões de empregos ao exército de desocupados no país
Trauma coletivo poderá mobilizar lutas contra as “reformas” ultraliberais? Quais perspectivas oferecer à juventude desocupada e sem esperança? Como regular as empresas-aplicativos? Questões cruciais para reconstruir um país desgovernado
Pesquisadoras apontam tentativa de “sofisticar” superexploração. Precarização torna-se “empreendedorismo” — e aventa-se incluí-lo em currículos escolares. Objetivo é perpetuar racismo, minar senso coletivo e propagar vida sem reflexão
Nas crises, o capitalismo financeiro tenta impor os grandes retrocessos. Erradicar direitos; usar a tecnologia para impor, sob ares de modernidade, a precarização extrema. Uberizados estão em ebulição, mas o que propor como alternativa?
O sequestro de Maduro reduz, mas não elimina a força do chavismo na Venezuela. Tampouco resolve o declínio hegemônico dos Estados Unidos. E Washington não é capaz de oferecer oportunidades de desenvolvimento que compitam com a alternativa chinesa
O recado de Trump está dado há muito: sua política imperialista e neocolonial não tem limites, sua intenção é roubar riquezas naturais e subjugar povos. Mas a trajetória de revoltas da Venezuela, e seu embrião de poder comunal, sugerem que nada está escrito
Após sequestrar Maduro, Trump assume cobiça pelo petróleo. Bombardeios visam os centros da resistência armada e popular — mas a luta não acabou. Episódio indica: é preciso colocar em pauta já, também no Brasil, ruptura das relações de dependência com os EUA
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