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Num romance de Kazuo Ishiguro, em que os personagens mergulham num mundo sem memória, pistas para enfrentar o vazio do país e da Educação. Só vencendo a melancolia pedagógica e compulsão modernizadora surgirá nova agenda
Em três livros de autores periféricos, um acerto de contas com o passado: a prostituta de luxo, o poeta-mochileiro e a escritora que recorda. No impulso das obras: revolta, conquista e rancor. No respectivo agir, resignação, desgosto e dor
Perdoem-me os que esperam passivamente o futuro e os ressentidos, presos ao passado. Opto pelo concreto: a música, o teatro, os saltos de asa delta. Um bloco de carnaval, um orgasmo
Um jovem negro, pobre e aspirante a galã de TV. Outro, branco, rico e candidato a prefeito. Juntos, numa secreta relação homoerótica. Ato noturno é permeado por dicotomias que desvela como corpos se amam e se devoram nas frestas de uma metrópole conservadora
Direita faz cena contra a lei como parte de sua guerra cultural – mas está muito à vontade com o privatismo da ferramenta. Esquerda entrincheira-se em sua defesa, e ao fazê-lo abandona a luta por políticas públicas. Há alternativas a este nó
Como a entrada da Alphabet nas cátedras aprofunda a dependência e ameaça a soberania nacional? Que ardis utiliza para forçar acesso ao pensamento estratégico do Estado e transformar ciência pública em infraestrutura privada de poder?
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