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É preciso analisar como o presidente salvadorenho estrangula a democracia, mas tem 90% de aprovação. Seu trunfo foi apresentar saídas – autoritárias – a uma aspiração real da população: segurança e paz. Com isso, torna-se novo modelo para a ultradireita
Nayib Bukele desafiou a Constituição e reelegeu-se de forma esmagadora. Vitória mostra que, quando a esquerda não tem projeto claro, população pode abrir mão da democracia em nome da “segurança”. Presidente quer agora um “país de partido único”
Em profunda crise socioeconômica, país tornou-se ponte do tráfico para EUA e Europa. Privatização de segurança e promessas de combate ao crime desafiaram facções, que reagiram. Agora, violência é capitalizada para direita autoritária governar
Decreto de “guerra civil” no país movimenta as redes da ultradireita, que usa o caso para legitimar o uso das Forças Armadas na segurança pública. Objetivo: apoiar a violência por parte de agentes do Estado como “solução mágica” na guerra às drogas
Em nome da “guerra às gangues”, presidente acossa instituições e viola direitos humanos. Sua cruzada reduziu a criminalidade, mas 1% da população está encarcerada. O “ditador mais cool do mundo”, como se define, tem 90% de aprovação
Nayib Bukele dobra salários da caserna, militariza segurança pública e barra investigações de massacres. País vive sob estado de exceção desde março. Objetivo é “comprar” apoio do Exército a sua reeleição em 2024, proibida pela Constituição
Multidões tomam as ruas para apoiar governo que resiste à ameaça de Trump. Livro revela, em profundidade, riquezas, impasses e desafios de um país que se orgulha de cultura singular, da história que a constituiu e de sua autonomia preservada
Ironia ao colonialismo, batalhão de camponesas e um balé revolucionário num… botton? Ao circular no cotidiano, moda pode transformar o corpo em suporte de memória, crítica e disputa simbólica. Às vezes, um pequeno acessório instiga muito mais que discursos oficiais…
Eles são demonstração de poder sobre o espaço público. Provocam poluição química, queimadas, trauma acústico e sofrimento de animais. Por que insistir num hábito ultrapassado se já existem alternativas que produzem beleza sem violações, como drones luminosos?
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