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Para derrotar o candidato bolsonarista à presidência da Câmara, frente ampla progressista será crucial — e pode dar respiro aos arrochos do governo. Duas pautas são essenciais: retorno do Auxílio Emergencial e revogação do Teto de Gastos
Congresso começa a voltar hoje a Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2021. Em pandemia, caem recursos para Saúde, Educação e Ciência. Seguro-desemprego e bolsa-família não crescem. Governo tenta impor de novo o “ajuste fiscal”
Política Nacional de Saúde Mental trouxe um novo olhar ao sofrimento psíquico: em vez de manicômios, autonomia e uma rede humanizada e interdisciplinar de atendimento. Bolsonaro ameaça liquidá-la. Como evitar esse retrocesso?
Projeto aprovado ontem pelo Senado tem dois objetivos. Impedir que a sociedade controle, um dia, o órgão que comanda a emissão de moeda no país. E manter a Economia distante da Política — ou seja, nas mãos da oligarquia
Há recursos: Tesouro Nacional poderia financiar os R$ 600 — e para além de dezembro. Mas, na contramão mundial, elite brasileira defende com ardor Teto de Gastos, enquanto desemprego explode, população agoniza e país beira o colapso
Na proposta de “reforma” administrativa de Guedes, Saúde e Educação seriam entregues ao mercado — e presidente teria poderes absolutistas para eliminar órgãos públicos, demitir servidores e contratar aliados ou novo contingente precarizado
Não há dinheiro, afiança Guedes. Mas torra recursos do Tesouro, com mais R$ 325 bi a mais em caixa, dará prioridade a bancos — não aos R$ 600. Revogar EC 95 poderia ser caminho, mas ministro só pensa naquilo: reduzir gastos públicos
A partir do exame de pacientes que convivem há décadas com o vírus, sem desenvolver AIDS, surge a hipótese de terapia com base genética. E mais: milhares morreram de covid na fila, no Brasil. Bolsonaro sabotará a vacina do Butantã?
Enquanto cai, em todo o mundo, o dogma segundo o qual os governos não podem gastar, economistas brasileiros defendem ortodoxia de Paulo Guedes e sugerem: esse é momento para mais cortes, em salários de servidores e serviços sociais
Fortalecido após insinuar demitir-se, Guedes quer cortes expressivos na Saúde e Educação. Bolsonaro engolirá medidas antipopulares, às vésperas da eleição? Esquerda entrará, enfim, em campo? E mais: o possível tratamento sorológico da covid
Exame de uma construção midiática. Na Venezuela, como no genocídio em Gaza ou no Iraque, apaga-se a barbárie, deslocando-se o foco para a “precariedade” da vítima e a “excelência técnica” do agressor. O que sobra é um mundo um pouco mais baixo, violento e cínico
Após o sequestro de Maduro, Trump indica aceitar um governo liderado por Delcy Rodríguez, desde que o controle do petróleo venezuelano seja transferido a empresas dos EUA. A decisão não será fácil. O Estado venezuelano encontra-se por um triz
O sequestro de Maduro reduz, mas não elimina a força do chavismo na Venezuela. Tampouco resolve o declínio hegemônico dos Estados Unidos. E Washington não é capaz de oferecer oportunidades de desenvolvimento que compitam com a alternativa chinesa
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