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Presidente atropela leis ambientais para terminar a BR-319, rodovia que liga Manaus a Porto Velho. Obra custará R$ 2 bilhões e pode aumentar em 1200% o desmatamento ilegal na região, ameaçando 69 aldeias, que sequer foram ouvidas
Observatório aponta que o desmatamento em territórios amazônicos onde estão aldeias sem contato cresceu 776%, só entre fevereiro e março. Avanço do “PL da grilagem”, que estimula invasões em regiões sem fiscalização, pode explicar este ataque
Invasões, exploração ilegal de recursos e danos ao patrimônio cresceram 135%; violência contra as pessoas subiu 150%. Documento também registra crescimento na mortalidade infantil, fruto do abandono e do desmonte do Mais Médicos
Mais de 120 pequenos grupos fogem do contato com a civilização branca, ou reduzem-no ao máximo. Os Uru-Eu-Wau-Wau de Rondônia (na foto, sua aldeia), que flecharam há uma semana o antropólogo Rieli Franciscato, são um exemplo típico
Relatório aponta para o aumento dramático de queimadas e a ameaça aos índios sem contato na Bolívia, Brasil e Paraguai. Fogo desloca populações e propicia invasões de territórios. Pandemia torna situação sanitária dramática
Invasão ao sul da Terra Indígena Trincheira Bacajá desmatou em junho dez vezes a quantidade do mês anterior. No Xingu, devastação quase dobra no período. Milhares de indígenas infectados. Governo interfere, e Ibama interrompe fiscalizações
Garimpo ilegal em unidades de conservação e terras indígenas foi responsável por 72% do desmatamento na Amazônia entre janeiro e abril, revela Greenpeace
Foram derrubados 566 mil hectares entre agosto de 2019 e abril de 2020, quase o dobro em relação ao último período. Só no Xingu, devastados 9 mil hectares de áreas protegidas. Casos de covid-19 avançam junto com catástrofe
Derrubadas na Amazônia cresceram 72%, nos últimos 10 meses. Destruição avança também no Cerrado e Mata Atlântica. Somado a seca atípica, processo pode gerar muito mais incêndios e problemas respiratórios, no inverno
Historiador que participa da resistência Tupinambá no sul da Bahia relata: não foram só os assassinatos que aumentaram, mas a fome também. Imobiliárias e mineradoras, sem controle, “engolem” terras ancestrais. Como frear massacre?
Como a entrada da Alphabet nas cátedras aprofunda a dependência e ameaça a soberania nacional? Que ardis utiliza para forçar acesso ao pensamento estratégico do Estado e transformar ciência pública em infraestrutura privada de poder?
Alta do custo de vida foi o estopim das manifestações. EUA e Israel tentam dirigi-las para a “mudança de regime”. Esta ousadia pode ser seu ponto fraco: população rejeita interferência externa. Regime age para enfrentar as sanções, mas resultados ainda são limitados
Da Inglaterra industrial às lutas de Chicago, seguido pela França até às greves no Brasil, reduzir a o tempo de trabalho está no cerne das resistências trabalhistas. O que dizem as pesquisas atuais? Por que o apoio ao fim da escala 6×1 é tão amplo?
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