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Fórum China-CELAC aprofunda cooperação científica e tecnológica. Novos investimentos serão robustos. Ao lado de Pequim, polo de inovação que desafio o Ocidente, região terá mais força para enfrentar as big techs que ameaçam a soberania e a estabilidade política
Filósofo chinês aponta: ideia ocidental de universalidade tecnológica só contribuiu para a crise civilizatória. Ele propõe, então, a tecnodiversidade: a inovação local, divergente e ecológica. Poderá ela reconectar a política e a Natureza?
Cooperativismo de plataforma exige envolver trabalhadores na produção de conhecimento e redemocratizar a internet. A chave: organização, pressão sobre o Estado e relações internacionais solidárias. Considerações sobre as lacunas do novo livro de Trebor Scholz
Lula anuncia forte investimento para alavancar a indústria, setor essencial para dinamizar a economia e reduzir a dependência externa. Mas para gerar empregos qualificados será preciso trabalhar a longo prazo – e operar uma virada tecnológica
Cresce, entre economistas não submissos aos mercados, a ideia de que a inovação deve ser dirigida pelas sociedades – não pelas corporações. Stiglitz propõe parâmetros para que as tecnologias não afetem empregos, nem os direitos sociais
Unidades de Conservação fazem mais que armazenar carbono. Possibilitam uma economia do conhecimento da natureza, com inovações tecnológicas e resgate dos saberes tradicionais. Mas há quem só pense em agronegócio…
Persistem, em meio ao turbilhão do século 21, as visões liberais-utópicas. Falta, para superá-las, um projeto capaz de mobilizar quem segue acreditando em instituição autônoma, transformadora e comprometida com a emancipação eco-etno-social
O desperdício é um outro lado da fome. Do campo aos circuitos de consumo, mais de dois bilhões de toneladas de alimentos são descartados. No Sul global, o drama é acentuado na agricultura: camponeses, sem acesso a tecnologias, perdem boa parte da produção
Após o assalto à Venezuela, a situação da ilha caribenha, já castigada, piorou muito. Um golpe pode se concretizar até final de 2026. Defendê-la é questão de princípios. Pois Cuba não é prova de que o socialismo não dá certo – é exatamente o contrário
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