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Criadas contra a ultracentralização do poder no Executivo, emendas parlamentares agigantaram-se, despolitizaram as eleições e, junto com o “ajuste fiscal”, tornaram quase impossível planejar o investimento social. Vítimas principais: Saúde e SUS
Vida institucional brasileira rasteja, aferrada à mercantilização, incapaz de se inspirar em quem tentou dar-lhe vitalidade, grandeza e viés solidarista. Por isso precisamos de quem, como o deputado, entrega o próprio corpo à luta coletiva
Nas eleições deste ano, marcas de um declínio. Um projeto de desenvolvimento peculiar, e um estilo intimista de debate público cedem lugar à ausência de propostas, aos gestos bizarros e à agressividade. Seria um espelho do Brasil?
Em breve, eles poderão governar a segunda e a quarta maiores cidades de um país em que a direita permanece dominante. Vale examinar as políticas, práticas e tendências que permitiram esta façanha
Em sinal de insegurança, centros de estudos alinhados aos mercados buscam agora apresentar-se como “neutros”. Autoconfiança acabou. Agora, estratégia é fingir que Economia é ciência “exata”, alheia aos conflitos sociais
Diante das provocações de Bolsonaro, ministro lança seu maior desafio, com apoio luxuoso da Globo. Mas o presidente faz cálculos eleitoreiros, e por isso, a demissão pode não vir. Em meio à pandemia, política como espetáculo macabro
Trumps, bolsonaros e dutertes estão agora em toda parte. Sua ascensão não é fortuita. Em fase de hiperconcentração de riquezas, capitalismo precisa destroçar democracia e instalar, no palco da política, palhaços que distraiam a plateia
Janot está ameaçado, mas é a ponta do iceberg. Novas gravações abalam a casta política – e por isso, paradoxalmente, estimulam um “acordão”. Esquerda aceitará?
Wallerstein escreve: presidente dos EUA tem um único objetivo: manter-se no poder. A tragédia é que os “representantes do povo”, no mundo todo, pensam igual
Quem é Tasso Jereissati, o megaempresário que manobrou para aprovar a toque de caixa, em comissão do Senado, projeto que mutila a legislação trabalhista
O sequestro de Maduro reduz, mas não elimina a força do chavismo na Venezuela. Tampouco resolve o declínio hegemônico dos Estados Unidos. E Washington não é capaz de oferecer oportunidades de desenvolvimento que compitam com a alternativa chinesa
O recado de Trump está dado há muito: sua política imperialista e neocolonial não tem limites, sua intenção é roubar riquezas naturais e subjugar povos. Mas a trajetória de revoltas da Venezuela, e seu embrião de poder comunal, sugerem que nada está escrito
Após sequestrar Maduro, Trump assume cobiça pelo petróleo. Bombardeios visam os centros da resistência armada e popular — mas a luta não acabou. Episódio indica: é preciso colocar em pauta já, também no Brasil, ruptura das relações de dependência com os EUA
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