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Fracasso do governo Noboa no referendo é mais do que um revés doméstico. Maioria rejeitou reaproximação militar com os EUA e avanço de agendas autoritárias na América Latina. Em meio à da violência, manipulação política da insegurança sofreu um revés
A pretexto de combater o crime, Daniel Noboa ataca o Judiciário, reprime mobilizações e prepara terreno para entregar bases militares aos EUA. Um roteiro conhecido da nova direita na América Latina. Mas os movimentos indígenas não permitirão que escalada autoritária seja fácil
Corte Constitucional suspendeu referendo convocado por Daniel Noboa para mudar a Carta Magna, empoderar militares e restabelecer bases estrangeiras no país. Mas presidente dá sinais que afrontará o Judiciário em mais uma escalada autoritária
Reeleito, presidente equatoriano aposta na “tática Bukele”: neoliberalismo, governança civil-militar e mão de ferro do Estado, sob o discurso de combate à violência. Com importantes eleições em 2025-26, é alerta para os novos movimentos da ultradireita latino-americana
Após aprofundar miséria e violência, e de perder eleições regionais, governo de direita mergulha em crise política. Possíveis saídas: afastamento, “morte cruzada” ou renúncia. Cenário caótico tem origens na insistência em políticas neoliberais
Em eleições emblemáticas, a direita liderada pelo presidente-banqueiro Guillermo Lasso perdeu o governo das maiores cidades e um referendo, em que tentou impor agenda punitivista. No exílio, ex-presidente Rafael Correa é maior vencedor
Às vésperas de eleger novo presidente, neste domingo, democracia equatoriana está sob ataque. Ultradireita acossa instituições, espalha fake news e pede intervenção militar. País será laboratório de nova onda de golpes na América Latina?
Exame de uma construção midiática. Na Venezuela, como no genocídio em Gaza ou no Iraque, apaga-se a barbárie, deslocando-se o foco para a “precariedade” da vítima e a “excelência técnica” do agressor. O que sobra é um mundo um pouco mais baixo, violento e cínico
Após o sequestro de Maduro, Trump indica aceitar um governo liderado por Delcy Rodríguez, desde que o controle do petróleo venezuelano seja transferido a empresas dos EUA. A decisão não será fácil. O Estado venezuelano encontra-se por um triz
O sequestro de Maduro reduz, mas não elimina a força do chavismo na Venezuela. Tampouco resolve o declínio hegemônico dos Estados Unidos. E Washington não é capaz de oferecer oportunidades de desenvolvimento que compitam com a alternativa chinesa
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