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Na psicanálise, chaves para pensar a unidade política. Diante da barbárie, o afeto torna-se essencial. Garante pluralidade de vozes e o contato com o estranho. Converte o conflito em potência para habitar a diferença e construir o Comum
Perverso! Esquerdopata! Doentio!… Seria apenas um modo revoltado de falar? Ou usar tal expediente, explorado por fascistas e neoliberais, pode reduzir a política, cuja essência é o conflito e a divergência, a uma clínica de exame médico?
Setor reúne-se com presidente, nomeia ministro e elabora pauta de reivindicações: crédito subsidiado, associação com capital estrangeiro, fim das demarcações […]
Cabe ao Judiciário resolução imediata e definitiva do conflito de terras envolvendo os indígenas do sul da Bahia Por Carlos […]
Em afã de acumulação, corporações tentam tornar “produtivo” o tempo de sono. Mas novas pesquisas resgatam conhecimento ancestral e sugerem: de Zhuangzi aos refugiados, os sonhos tecem utopias coletivas que a aridez do real não cataloga
Pindorama, dizem, vive de costas para seu continente. Em novo livro, Bernardo Ricupero debruça-se sobre as interpretações que politizam – entre apropriações e conflitos de ideias – a inserção brasileira entre os hermanos
A linguagem não é ornamento da política — é parte fundamental da luta. Ultradireita entendeu isso, com linguagem direta e mobilizadora, ainda que distorcida. Enquanto isso, a esquerda fragmenta-se e se consome em torno de polêmicas narcísicas — sobre identitarismo, por exemplo
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