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Na COP 27, Lula falará em reduzir combustíveis fósseis e reflorestar, o que é essencial. Mas mesmo as fontes renováveis serão insuficientes. Só haverá futuro mudando padrões de consumo, com nova economia voltada a prover o essencial para todos
País apostou no atraso: estimulou o desmatamento, causador de metade das emissões brasileiras. Fomentou energia suja do carvão, gás natural e minérios nucleares. Até a eólica tornou-se fonte de violações. Vai ao evento como pária internacional
Grandes manifestações não bastam, sustenta pensador ecossocialista. Ele sugere causar danos às empresas poluidoras e sacudir agenda política com projetos como Green New Deal – que associam defesa do ambiente à criação de ocupações dignas
Praticamente toda a população global respira ar de baixa qualidade, alerta a entidade. É uma ameaça que aumenta o risco de doenças respiratórias e ataques cardiovasculares, entre outros males. Não se pode mais adiar a transição energética
Mesmo muito tímidas, ações para descarbonizar economias já provocam inflação e escassez. Lógica dos mercados é caótica, avessa ao planejamento e incapaz de arbitrar transições rápidas. Volta a despontar opção de um socialismo democrático
Peso do capital e inércia dos governos produziram acordo pífio, em Glasgow. Mas estudos demonstram que ações aguerridas, lançadas por grupos conscientes e mobilizados, podem desencadear grandes mudanças. É hora desta estratégia
Enquanto alega necessidade de “ajuste fiscal”, governo brasileiro aumentou em 16% os subsídios concedidos aos produtores de combustíveis fósseis. Quase R$ 100 bi, o equivalente a três anos de Bolsa Família, deixaram de ser arrecadados
Geólogo que liderou descoberta do pré-sal, sustenta: capacidade técnica da empresa se mantém. Mas um novo governo terá de anular os atos de desmonte da empresa, retirá-la do cassino financeiro global e recuperar sua ação econômica, social e cultural
Cada vez menos eficiente, indústria petroleira sustenta-se graças a simbiose com os cassinos financeiros. Alternativas enfrentarão resistência feroz: estará em xeque a mesma lógica de infinitude que sustenta o capitalismo
Há dois séculos, ele é o emblema da industrialização e do capitalismo. Suas propriedades são notáveis, mas a lógica de infinitude associada a ele nos projetou em crise ambiental e civilizatória. Substituí-lo exigirá criar outra sociedade
Filósofa francesa provoca: culto ao novo não está na “natureza humana”. Ligado às lógicas mercantis e ao consumismo, ele é manejado em especial contra mulheres e trabalhadores, de quem se exige adaptação e obediência sempre renovadas
Ele aprisionou a cognição humana. Talvez, após o controle pela força e pela fé, seja a última encarnação da insensatez humana que arrasta o planeta para o colapso socioambiental e o risco nuclear. Superá-lo exigiria um resgate de valores ancestrais de cooperação e cuidado
A antropologia de Viveiros de Castro não é espelho narcisístico para a psicanálise se endossar, mas um estrangeiro que pode desestabilizar certezas e, assim, arejá-la. Ou seja: levar o conhecimento a um “trabalho de campo” dentro de si mesmo
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