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Desde o século XIX, os EUA alardeiam um “perigo amarelo”, mas preconceito recrudesceu (e ganhou o mundo) após a revolução de Mao. Por trás de paranoias anticomunista, está o temor que a China abale sua hegemonia — geopolítica e comercial
A verdadeira guerra, entre EUA e Rússia, será longa e de resultado imprevisível. O Brasil deve conhecê-la – mas não meter a mão em cumbuca. É crucial preservar espaço político para se posicionar soberanamente em questões vitais para o país
Mortes caíram 66% em doze meses, mas há duas incógnitas à vista: o fim da política chinesa que salvou milhões de vidas e uma nova subvariante nos EUA. No Brasil, ministério da Saúde tentará reverter aumento da hesitação vacinal
O Brasil precisa de um governo capaz de afirmar sua opção incontornável pela conquista de uma sociedade mais justa e igualitária. Mesmo sob a resistência dos “operadores de mercado”, que não representam 1% da população brasileira
Como sustentar a busca da igualdade num tempo que parece consolidar as lógicas hierárquicas? Em busca de respostas, vale relembrar a inusitada trajetória da ideia segundo a qual o progresso técnico não precisa conduzir à alienação da vida
Ordem global vive transição turbulenta, ainda sem saída à vista. Pela primeira vez em cinco séculos, domínio eurocêntrico está ameaçado. Mas só América Latina gira à esquerda. Novo governo brasileiro pode expressar esperança global
• MPF exige vacinas para todas as crianças • Governo Bolsonaro continua sendo negligente • Varíola dos macacos tem novo nome, mas pouco é feito no Brasil para mitigá-la • Movimento negro entrega documento à equipe de transição de Lula • Trabalhadores da saúde pedem aumento de salário no Reino Unido • China e a política de covid zero •
Cultivado há 4 mil anos, grão chinês ocidentalizou-se. Hoje, EUA, Brasil e Argentina são quem mais produz. Mas quatro corporações controlam cadeias de valor, preços e modos de produção. Todos perdem: produtores, consumidores e meio ambiente
Apostas de alto risco de Washington, com sanções a Pequim, ameaçam romper cadeias produtivas e podem prejudicar o próprio Ocidente. Diante da disputa, surge uma oportunidade para reconstruir indústria brasileira em atividade estratégica
Breve panorama do conflito na Ucrânia. Após derrotas militares, Moscou evoca poderio nuclear. Europa capitula aos EUA, que usam seu arsenal para dissuadir qualquer resistência. Paz está mais distante; e os falcões da guerra, apreensivos
“Guerra às drogas”, exportada ao mundo na Era Reagan, é capitalizada pela ultradireita brasileira – assim como por Trump, contra a Venezuela. O que falta para enfrentar os preconceitos e apontar que a legalização é indispensável para desmontar o crime organizado?
Altivez do presidente contra tarifaço de Trump tem outro lado: proteção aos exportadores de bens primários e “livre-mercado” com outras potências, o que alarga nossa dependência. Em resposta ao patriotismo de fachada do neofascismo, é preciso outra política externa
Numa guerra que já matou centenas de milhares, proposta de Washington e Moscou é a saída realista. Zelensky, mergulhado em corrupção, reage. Europeus agitam a “ameaça russa”, para tentar ocultar sua própria mediocridade e inação
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