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No ato da Paulista, presidente esforçou-se para converter um crime comum, que provavelmente o condenará, num tema da agenda política. Seria triste se a esquerda mordesse a isca – quando precisa, em vez disso, dar respostas aos dramas da maioria
Violência bolsonarista na diplomação de Lula aponta: a reconstrução nacional exige punir ataques à democracia. Governo “sainte” cala-se – e vazio político é ocupado pela chapa vencedora, que promete: não haverá anistia ao caos planejado
Nada como ter uma máquina possante entre as pernas ao ver sua aprovação fraquejar. Berra, como criança contrariada – e é atendido pela elite, que teme enfrentá-lo. Tudo para conter a ideia radical de que todo brasileiro tem direito a café, almoço e jantar
Disputar ruas com atos bolsonaristas seria colocar militância em risco – e deixar-se arrastar pela agenda do presidente em agonia? Ou é crucial para impedir que ultradireita reagrupe forças para 2022? Dois autores de Outras Palavras debatem impasse
País já é o segundo em número de mortes, e apenas 2,6% têm anticorpos contra o vírus. Resultados demonstram insanidade das políticas de reabertura. E mais: alguma esperança nas vacinas em teste; uma delas pode ser produzida aqui
São jovens da periferia, antifascistas e torcedores apaixonados. Sabem como a pandemia é mais cruel com os pobres e negros. Veem que as opções se afunilam: é defender a democracia ou ceder à barbárie. Por isso, foram às ruas — e voltarão…
Ação das torcidas de futebol contra Bolsonaro revela como há espaço para oposição e luta democrática. E mais: número de mortes por covid-19 pode ser 140% maior; governantes insistem em reabertura irresponsável das cidades
Sob Teich, pasta já vinha sendo desmontada. Se depender do “casca-grossa” general Pazuello, ou dos cotados para assumir seu comando, o anticientificismo vai reinar. Leia também: Brasil já é o quarto país com mais casos da covid-19
Para sair de labirintos como o nosso, mostra a História, é preciso somar forças inclusive com antigos adversários. Mas é indispensável derrotar os fascistas nas ruas: com maioria e, se necessário, enfrentando sua ferocidade com força
Quem é Sara “Winter”, a militante antissemita que leva a bandeira israelense aos atos bolsonaristas. Por que a embaixada e a Confederação Israelita calam-se. As bizarras alianças do Estado judaico, para manter sua condição de colonizador
Como a entrada da Alphabet nas cátedras aprofunda a dependência e ameaça a soberania nacional? Que ardis utiliza para forçar acesso ao pensamento estratégico do Estado e transformar ciência pública em infraestrutura privada de poder?
Alta do custo de vida foi o estopim das manifestações. EUA e Israel tentam dirigi-las para a “mudança de regime”. Esta ousadia pode ser seu ponto fraco: população rejeita interferência externa. Regime age para enfrentar as sanções, mas resultados ainda são limitados
Da Inglaterra industrial às lutas de Chicago, seguido pela França até às greves no Brasil, reduzir a o tempo de trabalho está no cerne das resistências trabalhistas. O que dizem as pesquisas atuais? Por que o apoio ao fim da escala 6×1 é tão amplo?
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