Ucrânia: laços indiscretos entre EUA e neo-nazistas

Obcecada em vitória geopolítica na Eurásia, Washington envolveu-se com grupos que defendem “supremacia branca”, atacando comunistas, anarquistas e judeus

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Politicas abertamente pró-nazistas do Svoboda não impediram senador americano John McCain de falar num comício do partido; nem evitaram que a secretária-assistente do Estado, Victoria Nuland, desfrutasse um encontro amigável com líder da agremiação

Obcecada com vitória geopolítica na Europa Oriental, Washington envolveu-se com grupos que defendem “supremacia branca” e atacam comunistas, anarquistas e judeus

Por Max Blumenthal, no Alternet | Tradução Cauê Seignemartin Ameni

Quando os protestos na capital da Ucrânia chegaram a um desfecho, este fim-de-semana, as demonstrações de extremistas fascistas e neo-nazistas assumidos tornaram-se evidentes demais para serem ignoradas. Desde o início dos protestos, quando manifestantes lotaram a praça central para combater a polícia ucraniana e exigir a expulsão do corrupto presidente pró-russia Viktor Yanukovich, as ruas estavam cheias de pelotões de extrema-direita, prometendo defender a pureza étnica de seu país.

Bâners dos partidários da “supremacia branca” e bandeiras dos confederados norte-americanos [escravocratas] foram fixadas dentro da prefeitura de Kiev ocupada. Manifestantes içaram bandeiras da SS nazista e símbolos do poder branco sobre a estátua tombada de Lenin. Depois que Yanukovich fugiu do palácio estatal de helicóptero, os manifestantes destruíram a estátua dos ucranianos que morreram lutando contra a ocupação alemã durante a Segunda Guerra Mundial. Saudações nazistas e o símbolo do Wolfsangel tornaram-se cada vez mais comuns na praça Maiden. Forças neo-nazi estableceram “zonas autonômas” em torno de Kiev.

Um grupo anarquista chamado União Ucraniana Antifascista tentou juntar-se aos manifestantes de Maiden, mas encontrou dificuldades, com ameaças de violência das gangs neo-nazis itinerantes da praça. “Eles disseram que os anarquistas são gente como judeus, pretos e comunistas. E nem havia comunistas entre nós, foi um insulto”, ”, disse um integrante do grupo.

“Está cheio de nacionalistas aqui — incluindo nazistas”, continuou o antifascista. “Eles vieram de toda Ucrânia, e são cerca de 30% dos manifestantes.”

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Um dos “três grandes” partidos políticos por detrás dos protestos é o ultra-nacionalista Svoboda, liderado por Oleh Tyahnybok, que clama pela “libertação” de seu país da “máfia judaico-moscovita”. Após a condenação, em 2010, de John Demjanjuk, um vigilante dos campos de extermínio que teria participado da morte de 30 mil pessoas no campo de extermínio nazista de Sobibor, Tyahnybok propôs à Alemanha  declará-lo um herói que “lutou pela verdade”. No parlamento ucraniano, onde o Svoboda detém inéditos 37 assentos, o vice de Tyahnybok, Yuiy Mykhalchyshyn, cita com frequência Joseph Hoebbels. Ele próprio fundou um thinktank originalmente chamado de Centro de Pesquisa Política Goebbels. Segundo Per Anders Rudling, acadêmico especialista em movimentos neofascista na Europa, o auto-intitulado “nacional socialista” Mykhalchyshyn é o principal elo entre a ala oficial do partido Svoboda e as milícias neonazistas, como o Right Sector.

Right Sector é um grupo nebuloso, que se auto-intitula “nacionalista autônomo”. Seus membros são identificados pelo jeito skinhead de trajar, estilo de vida ascético e fascínio pela violência nas ruas. Armado com escudos e porretes, o grupo ocupou as linhas de frente das batalhas nas manifestações deste mês, enchendo o ar com seu tradicional canto: “A Ucrânia, acima de tudo!”. Em um vídeo-propaganda recente [veja abaixo], o grupo prometeu lutar “contra a degeneração e o liberalismo totalitário, pela tradição moral nacional e os valores familiares.” Com o Svoboda ligado a uma constelação de partidos neofascistas internacionais por meio da Aliança dos Movimentos Nacionais Europeus, o Right Sector promete levar seu exército de jovens desiludidos a “uma grande Reconquista Europeia”.

As políticas abertamente pró-nazistas do Svoboda não impediram o senador americano John McCain, de falar num comício do partido, ao lado de Tyahnybok; nem evitaram que a secretária-assistente do Estado, Victoria Nuland, desfrutasse de um encontro amigável com o líder do Svoboda, em fevereiro. Ansioso por se defender de acusações de anti-semitismo, o dirigente hospedou recentemente o embaixador israelense da Ucrânia. “Eu gostaria de pedir aos israelenses que respeitassem também nossos sentimentos patriotas”, Tyahnybok observou. “Provavelmente, todos os partidos do Knesset [parlamento de Israel] são nacionalistas. Com a ajuda de Deus, deixe-nos ser assim também.”

Numa conversa telefônica vazada com o embaixador dos EUA na Ucrânia, Geoffrey Pyatt, Nuland revelou seu desejo de que Tyahnybok permaneça “do lado de fora”, mas que se consulte com Arseniy Yatsenyuk, o preferido dos EUA para substituir Yanukovich, “quatro vezes por semana.” Em 5 de dezembro de 2013, na Conferência da Fundação EUA-Ucrânia, Nuland destacou que Washington havia investido 5 bilhões de dólares para “desenvolver habilidades e instituições democráticas” na Ucrânia, embora não tenha acrescentado nenhum detalhe.

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“O movimento da praça Maiden incorporou os princípios e valores que são os pilares de todas as democracias livres”, proclamou Nuland.

Duas semanas depois, 15 mil membros do Svoboda realizaram uma cerimônia com tochas na cidade de Lviv, em homenagem a Stepan Bandera, colaborador nazista da Segunda Guerra Mundial e então líder da Organização dos Nacionalistas Ucranianos (OUN-B), pró-fascista. Lviv tornou-se o epicentro das atividades neo-fascistas na Ucrânia, com os dirigentes eleitos do Svoboda liderando uma campanha para renomear o aeroporto (em homenagem ao líder fascista) e a antiga Praça da Paz. Isso, eles já conseguiram. Ela honra, agora, o Batalhão Nachtigall, rememorando um grupo, ligado à OUN-B, que participou diretamente do Holocausto. “Paz’ é um resquício dos estereótipos soviéticos”, explicou um deputado do Svoboda.

Reverenciado pelos nacionalistas ucranianos como legendário lutador da liberdade, a verdadeira história de Bandera foi infame, na melhor das hipóteses. Depois de participar da campanha para assassinar ucranianos que defendiam a pacificação com os poloneses, durante a década de 1930, as forças de Bandera determinaram-se a  limpar etnicamente a Ucrânia ocidental dos poloneses, entre 1943 e 1944. No processo, mataram mais de 90 mil poloneses e muitos judeus, a quem o seguidor  mais destacado de Banderas, o “primeiro ministro” Yaroslav Stetsko, estava determinado a exterminar. Bandera aferrou-se à ideologia fascista mesmo nos anos do pós-guerra, defendendo uma Europa etnicamente pura e totalitária, enquanto o Exército Insurgente Ucraniano (UPA), ligado a ele, travava uma luta armada sem futuro contra a União Soviética. O banho de sangue só cessou quando agentes da KGB o assassinaram em Munique, em 1959.

As conexões da Direita

Muitos membros sobreviventes da OUN-B fugiram para a Europa Ocidental e para os EUA – por vezes, com ajuda da CIA –, onde forjaram silenciosamente alianças políticas com elementos da direita. “Você tem que entender, nós somos uma organização subterrânea. Nós passamos anos em silêncio, alcançando posições de influência”, disse um membro ao jornalista Russ Bellant, que documentou o ressurgimento do grupo nos Estados Unidos, em seu livro de 1988, Velhos nazistas, Nova Direita, e o Partido Republicano.

Em Washington, a OUN-B reconstitui-se sob a bandeira do Comitê do Congresso Ucraniano para os EUA [Ukrainian Congress Committee of America (UCCA)], uma organização composta por “frentes 100% OUN-B”, segundo Bellant. Em meados da década de 1980, o governo Reagan ligou-se a membros da UCCA. O líder do grupo, Lev Dobriansky, serviu como embaixador nas Bahamas, e sua filha, Paula, teve um posto no Conselho de Segurança Nacional. Reagan recebeu pessoalmente Stetsko, o líder banderista que supervisionou o massacre de 7 mil judeus em Lviv, na Casa Branca, em 1983.

“Seus problemas são nossos problemas”, disse Reagan para o colaborador nazista. “Seu sonho é o nosso sonho.”

Em 1985, quando o Departamento de Justiça lançou a cruzada para capturar e processar os criminosos de guerra nazistas, a UCCA agiu rapidamente, pressionando o Congresso a travar a inciativa. “A UCCA também tem desempenhado um papel de liderança na oposição de investigações federais dos supostos criminosos de guerra nazistas, desde o início da relação entre as entidades, no final dos anos 1970”, escreveu Bellant. “Alguns membros da UCCA têm muitas razões para se preocupar. Elas remontam a 1930.”

Ainda hoje uma força lobista ativa e influente em Washington, a UCCA não parece ter abandonado sua reverência pelo nacionalismo banderista. Em 2009, no 50º aniversário da morte de Bandera, o grupo proclamou-o “um símbolo de força e justiça para seus seguidores”, que “continua inspirando a Ucrânia hoje em dia”. Um ano depois, o grupo homenageou o 60º aniversário da morte de Roman Shukhevych, o comandante do Batalhão Nachtigall da OUN-B, que massacrou judeus em Lviv e Belarus, chamando-o de “herói” que “lutou pela honra e justiça…”

De volta a Kiev em 2010, o então presidente Viktor Yuschenko concedeu a Bandera o título de “Herói Nacional da Ucrânia”, marcando o ponto culminante dos seus esforços para construir uma narrativa nacional anti-russa capaz de “higienizar” o fascismo da OUN-B. (A esposa de Yuschenko, Katherine Chumachenko, atuou no governo Reagan e foi ex-funcionária da Heritage Foundation, claramente identificada com a direita “neoconservadora”). Quando o Parlamento Europeu condenou a proclamação de Yuschenko como uma afronta aos “valores europeus”, a afiliação ucraniana da UCCA no Congresso Mundial reagiu com indignação, acusando a UE de “reescrever a história da Ucrânia na Segunda Guerra Mundial”. Em seu site, a UCCA tentou rotular os registros históricos da colaboração de Bandera com os nazistas como “propaganda soviética”.

Após a derrubada de Yanukovich neste mês, a UCCA ajudou a organizar comícios em todas as cidades dos EUA, em apoio aos manifestantes. Quando centenas destes marchavam pelo centro de Chicago, alguns agitavam bandeiras da Ucrânia, enquanto outros orgulhosamente carregavam as bandeiras vermelhas e pretas da UPA e OUN-B. “Os EUA apoiam a Ucrânia!” eles gritavam.

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13 comentários para "Ucrânia: laços indiscretos entre EUA e neo-nazistas"

  1. Sonia Diemer disse:

    É o Acúmulo de ignorância. Quando que essa insanidade toda vai ser enjaulada? É preciso enjaular com urgência, monstros não podem ficar a solta por aí tendo esse tipo de insanidade. Tomem consciência do Valor da Vida e vão se tratar.

  2. Tâmer Cuba disse:

    So queria deixar bem claro aqui que o grupo é de extrema esquerda, nazimo é nacional socialismo!

  3. neuza ladeira disse:

    Percebo como este povo deve se sentir escravo e agora querendo se comandar Será que sabem o que farão Repetir o antigo não está com nada

  4. Sidney Lima disse:

    Putz! Tâmer, estude um pouco mais sobre o assunto. O nome não quer dizer nada. Vá estudar a história de Hitler e do Partido Nazi.

  5. Lestat disse:

    Finalmente a Ucrânia abriu os olhos, felicitações aos soldados nacionalistas Ucranianos, que levaram a ver muita gente, que o fascismo não é um bixo de sete cabeças, tal como diz ao contrário a propaganda de hoje.

  6. Agnaldo Milani disse:

    Está havendo uma coqueluche de manifestações violentas em todo mundo
    Quem será que estaria por detrás desses movimentos
    Na Ucrânia neonazistas saem nas ruas para o quebraquebra. E no Brasil (obviamente Neonazistas aqui não teriam assim muito apoio) . Mas então criam um grupo diferente para cada pais ou circunstâncias.
    Teoria da Conspiração. Será?
    Analisemos
    Preambulo
    A vantagem da economia de mercado comparada ao regime dos antigos paises socialistas (que caíram) é que não ficam estagnadas, havendo rapidez e eficaz progresso econômico oriundo da competividade de mercado, incentivo a inovação e inventos tecnológicos, tudo isso muito bem conhecido de todos. O fracaço das economias dos paises da antiga cortina de ferro ficaram escancaradas. E podemos inferir que idéias marxistas já deveriam estar desde há muito enterradas na história, pois já provaram serem equivocadas.
    Quem sonha em ir morar e viver em CUBA?
    O trabalho, o esforço, tudo DEVE coadunar para que as famílias sejam detentoras do resultado positivo de seus esforços (os frutos de seus labores e empreendimentos próprios). E não os governos. Trabalhar para o governo e receber sua ração mensal não dá condição de impulcionamento de uma economia alicerçada na liberdade e criatividade e competividade de mercado.
    Nos paises comunistas o governo é quem EDUCA as crianças e não suas respectivas famílias. Aí o ódio dos comunistas pelas famílias de origem judaico-cristãs, pois estes EDUCAM seus rebentos a revelia da cartilha dos comunistas. O Governo é que dá a ração (bolsa família). Você deveria então esperar TUDO do governo. E não se esforçar em nada. Esse é um discurso para os ditos excluídos, pois basta não fazer nada e exigir seus direitos de cidadão. Comida, roupa, moradia, tudo por conta do governo. Sem nenhum esforço seu. Que maravilha.
    Mas infelizmente tudo isso É UTÓPICO.
    Se existem hoje alguns mais ou menos privilegiados. Certamente é porque no passado seus pais ou avós se esforçaram e muito. E lograram conquistar algo para suas respectivas famílias.
    Mas esse discurso não é interessante para aqueles que pensam que TUDO DEVE CAIR DO CÉU. (Idéias que são vendidas pelos neo-comunistas, que infelizmente ainda sonham em criar um regime de estagnação nesta nação)
    No cenário internacional podemos observar no noticiário algo interessante:
    Estranho que de uma hora para outra, de repente, surgem movimentos de manifestação e protestos já com quites de manifestação na mochila. Roupas e aparatos pré desenhados, modus operandi semelhantes às guerrilhas urbanas, como aquelas articuladas na primavera árabe no oriente médio. No Brasil os tais Blackblocs é um exemplo, na Ucrânia os Neo-Nazistas (usam roupas semelhantes, utensílios e modus operandi idênticos). No oriente médio também pipocam rebeliões contra governos (E tais rebeldes aparentemente muito mais se assemelham a MERCENÁRIOS contratados do que ao povo cidadão comum desses paises). Será que Tudo isso é uma coisa espontânea e natural. Ou por ventura, há ALGUÉM por traz desses movimentos, que é claro, não deve ser espontâneo do povo comum desses lugares. E sim articulados por AGENTES invisíveis a serviço de forças OCULTAS.
    No Brasil, em algumas cidades, de repente, aparecem (do nada) veículos desembarcando quites de manifestação de seus porta malas. E aí começa pneus queimando, megafones, palavras de ordem (sempre com apelos antigos iguais dos antigos comunas). Eu mesmo pude presenciar uma em frente ao CDP de Mogi das Cruzes. E o teatro é o mesmo: atacar a força policial e criar interdições nas vias públicas. Possível inferir que não eram pessoas do lugar (Não eram cidadãos comuns dessas cidades, mais gente de fora, grupos de manifestantes profissionais). Em Suzano a semelhança de outras cidades houve diversos ônibus queimados, bem como outros veículos particulares e caminhões. Turbas de insurgentes contra qualquer coisa começam do nada a fazerem CAOS e espalhar pânico nas pessoas de bem.
    No noticiário observamos os policiais sendo fuzilados (nos morros ditos PACIFICADOS do Rio de Janeiro) , sem muita chance de defesa, porquanto os armamentos dos grupos de narcotraficantes são muito mais superiores (armas de guerra) do que dos agentes do estado. (O estado está fraco até nos seus equipamentos, pois o CRIME possui financiamento e orçamento fabuloso do dinheiro muito abundante dos grupos organizados a serviço do demônio).
    No campo jurídico, NÃO SE MECHE nas leis, tudo está de bom tamanho (para o diabo) A população clama, por exemplo, para redução da menoridade penal. Mas os intelectuais orgânicos ligados às mentes de esquerda NÃO DEIXAM. Nada de mudança nas leis. Está tudo bom assim. As leis não mudarão, os benefícios aos criminosos violentos continuaram sendo dados (os tais indultos, regimes aberto, semi-aberto, totalmente aberto, semi escancarado, escancarado etc. . .)
    O CAOS, AS VEZES, INTERESSA a fim de ser implantados os planos sinistros de grupos ocultos.
    Há uma influência de idéias socialistas sobre nossos adolescentes (principalmente nas periferias), vendendo para eles uma idéia de NECESSIDADE DE LUTA CONTRA A BURGUESIA (Luta de Classes.)
    Lembrando que burguês para eles é qualquer pessoa que com seu esforço (ou de seus pais ou avós) lograram conquistar uma condição melhor do que dos ditos excluídos.
    Aí aparecem os tais R O L E Z I N H O S nos Shoppings ou Arrastões nas rodovias (familias são atacadas em seus veículos quando de um congestionamento em áreas dos ditos excluídos). Tudo está na moda nessa mesma época das tais MANIFSTAÇÕES. No campo (Sul da Bahia e Mato Grosso do Sul) está havendo uma espécie de incentivo a grupos de Pseudo indígenas para invadirem propriedades e assim criar um estado de beligerância no campo. Idéias de intelectuais orgânicos ligados à FUNAI (Órgão do Governo).
    Nos grandes centros urbanos há facções criminosas organizadas e armadas como guerrilha (O poder paralelo). E hoje já podem, se quiserem, criar um estado de guerra que as forças policiais certamente não tem poder de fogo para enfrentar (Reservistas das FARC)
    E como será que tudo isso é permitido pelo nosso governo (de tendência de esquerda, vinculado as idéias e diretrizes políticas do FORO DE SÃO PAULO). A quem eles obedecem? E por quê?
    Há uma influência dirigida e orquestrada por grupos seletos OCULTOS, invisíveis para a maioria das pessoas, tal ação secreta e bem articulada tem por objetivo viabilizar e ensejar uma futura situação de controle de massa e de nações consoante as suas diretrizes de interesses. Antes de apontar quem seriam tais grupos, preliminarmente devemos inferir a partir de certos acontecimentos alguns fatos ou lições que nos levarão a entender que TUDO está sendo cuidadosamente planejado e articulado para possibilitar haver no futuro um GOVERNO MUNDIAL CENTRAL sobre todas as nações e povos do mundo (Por ora, UM PODER OCULTO que tenta com relativo sucesso o controle de nações, instituições, comercio, pensamentos na mídia, opiniões. Eles podem derrubar governos ou mantê-los , dependendo se for conveniente para eles ou não.
    Quando grupos SELETOS, tremendamente afortunados (aí passa um extremo acima do simples capitalista, mas já estão no estágio de se transformarem num poder ARISTOCRÁTICO mundial, pois já não mais se interessam pela economia de mercado para o resto do mundo. Passam então a defender o oposto do capitalismo ( o comunismo para os paises pobres e emergentes), a fim de que outras nações não desenvolvam o que ELES lograram alcançar com a economia de mercado. Ou seja, passam e deter hegemonia de tecnologia e poder mundial (sem concorrência). Adquirem então mais e mais poder econômico e financiam governos socialistas (como fizeram no passado, parece estranho, mas é um plano para manter esses paises estagnados e sempre dependentes da tecnologia deles). Aí eles já estão como PODER ARISTOCRÁTICO no mundo, nesta fase possuem tal poder que são capazes de controlar a mídia no nível mundial (mídia em geral, pois compram todas as principais empresas que são da área de entretenimento, televisão, jornais e revistas de grande circulação, criam redes e depois tentam um monopólio disfarçado). Podem assim decidirem quais matérias jornalísticas podem ou não ser publicadas consoante seus interesses de formação de opinião acerca de TUDO. Para esses poderosos que já alcançaram o topo, passa a não ser mais conveniente haver economia de mercado e competividade, pois isso denotaria riscos aos seus interesses de hegemonia de tecnologia e poder sobre as economias mais frágeis ou emergentes. Para eles seria melhor que tais paises pobres fossem socialistas, para terem suas economias sempre engessadas na estagnação e consequentemente dependentes de uma economia forte, detentora de tecnologia ( a deles)
    O que realmente poderia ensejar um obstáculo nos planos desses poderes ocultos seria a CULTURA particular de povos milenares (sua religião, seus usos e costumes, seus valores morais, etc. . . ). Por exemplo, a maneira de ser de povos que possuem uma formação religiosa tal que não permitem serem facilmente influenciados por pensadores liberais da mídia, que tentam enfraquecer os valores de determinados povos, sucateando seus conceitos com novas idéias libertinas que paulatinamente minam valores morais e consequentemente A FAMÍLIA (a célula básica de qualquer civilização).
    O PODER OCULTO (no mundo) que detém um tremendo PODER ECONÔMICO, representados por fundações financiadas por esses poderosos, acabam ajudando nas idéias de propaganda socialista e comunista.
    Mas como pode ser isso? Aparentemente mostra ser absurda tal assertiva. Mas não é.
    Veja o que ocorre, por exemplo, na América Latina (Brasil mais especificamente).
    HÁ UMA INTENÇÃO DE CRIAR UM GOVERNO SOCIALISTA em todos os paises Latino Americanos (O FORO DE SÃO PAULO). Esses grupos ocultos de liderança mundial preferem uma América Latina presa numa planificação de economia socialista e engessada, a fim de não permitirem UM REAL PROGRESSO ECONOMICO desses povos. Pois o que eles verdadeiramente temem é paises com economia de mercado livres, pois poderiam não mais DEPENDER desses poderosos ocultos, que detém a tecnologia e o poder financeiro para controle do mundo consoante seus planos sinistros de governo mundial. Por isso mesmo que eles acabam ajudando esses grupos socialistas na América do Sul. É um casamento perfeito. Os comunistas querem ficar no poder a fim de colocar seus planos bolivarianos e Chavistas em ação. O Poder Oculto no Mundo financiam movimentos sociais (algumas revoltas também são financiadas por eles), a fim de incrementar os planos dos comunistas locais. Veja que até no oriente médio houve pipocando grupos rebeldes orquestrados por forças ocultas ( a tal de primavera árabe por exemplo).
    Paulatinamente , existe na América do Sul pensamentos acerca de mudança nos valores da sociedade, a educação depende das cartilhas da ONU. Tudo deve estar sob o controle dos intelectuais da ONU. Não caberia mais a família EDUCAR seus filhos com seus próprios valores morais. O estado educaria. Isso é marxismo.
    Estranhamente, há poucos anos, CLINTON ajudou (pelo menos aparentemente) as forças de segurança da Colombia a se livrarem dos cartéis de narcotráfico. Porque? Então, não ajudam a acabar com as FARC? Estranho não. Será que tais grupos de guerrilha narcotraficante teria um papel nos planos ocultos de poderosos do mundo no que concerne a derrubar as democracias da América Latina e implantar o Socialismo do FORO DE SÃO PAULO.
    Por que nas fronteiras secas onde o pó da cocaína tem LIVRE ACESSO. Como a fronteira com a Bolívia para o Brasil, da colômbia etc. . . (como também armas de guerra e munições chegam aos grupos de facções criminosas que já tem condição de derrubarem governos se assim o desejarem) NÃO há uma operação militar eficaz de patrulhamento para real combate ao narcotráfico e as influências perniciosas das FARC no território brasileiro?
    PORQUÊ NAS ESCOLAS PÚBLICAS NÃO HÁ UMA CAMPANHA EFICAZ DE CONSCIENTIZAÇÃO DOS ADOLESCENTES ACERCA DOS MALEFÍCIOS DOS ENTORPETENCES. Mas há AULAS DE SEXUALIDADE com cartilhas ensinando aos meninos e meninas como se masturbarem (os tais sexólogos fazendo apologia e incentivando inclusive o homosexualismo), distribuição e uso de preservativos para FURNICAÇÃO dos menores e degradação da família.
    NA AMÉRICA LATINA O COMUNISMO AINDA É UMA AMEAÇA.
    Cuidado conterrâneos meus , pois se houver UM PLANO SINISTRO DESSES , isso poderia ensejar em pesadelos para nossos descendentes.
    (O anticristo se voltaria contra o povo escolhido).
    Sei que vocês sabem do que estou falando. . .

  7. Rodrigo disse:

    “Somos socialistas, somos inimigos do injusto sistema econômico capitalista que explora os mais fracos, com o seu sistema de salários injustos, com a sua desproporcionada avaliação do ser humano de acordo com riqueza e propriedade em vez de responsabilidade e mérito; estamos determinados em destruir este sistema de todas as formas possíveis.” (ADOLF HITLER, 1 de Maio de 1927)
    SOCIALISMO = COMUNISMO = NAZISMO = IDEOLOGIAS TOTALITÁRIAS
    O governo de Hitler era socialista por diversas razões, uma delas era o controle que o governo tinha sobre os preços, produtos e tudo mais na economia. As empresas/indústrias podiam ser privadas, mas quem controlava por trás era o governo nazista. Não era só porque tinha o nome de socialismo partido,mas era socialista de fato. O socialismo é controle total do governo.
    Pra complementar: http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=98

  8. etruscobr disse:

    O partido nazista adotou medidas consideradas socialistas por conta da crise e da guerra . Eram medidas emergenciais para reerguer a Alemanha . Perseguiu esquerdistas e comunistas na Alemanha , governou com o apoio da Igreja e de todos os outros setores conservadores . Que esquerda maluca e essa ? Hitler mesmo disse que o Estado e um monstro que deve ser combatido .

  9. Di disse:

    Os USA importaram “democracia” para Ucrania..
    http://youtu.be/NKuDzXAgdf4

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