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Economistas ortodoxos são xamãs de um manual fracassado: se o Estado corta gastos, não arrecada impostos. Os resultados são devastadores: famílias empobrecidas, empresas falindo e uma nação sangrando
Antes de dizer que universidades são “balbúrdias” e não geram pesquisas, titular do MEC deveria se informar: Brasil é o 13º na produção de artigos científicos – e participação das públicas representa 95%
Nossa população está sim vivendo mais, mas isso não é uma “bomba-relógio demográfica”: a relação entre idosos, crianças e adultos é saudável. Em meio a mentiras, governo esconde o verdadeiro problema: o desemprego e um modelo econômico rudimentar
Desenhamos, para ficar mais claro. Sistema foi superavitário até 2015, quando crescia o emprego formal. Déficit surge com “remédios” neoliberais: “ajuste fiscal” e “Reforma” Trabalhista, que geraram desemprego e informalidade
Breves notas em torno de algo que os economistas conservadores não compreendem: o envelhecimento da população é positivo… Não se trata de combatê-lo, mas de equacionar a distribuição em favor dos idosos
Em Manaus, primeira capital a privatizar suas águas, paradoxo cruel: banhada por dois dos maiores rios do mundo, cidade não abastece população, cobra caríssimo pelos serviços e mantém quase 90% sem esgotos
Em cem anos, três fases: a de Getúlio e Rondon, a dos militares e a do agro-negócio. A cada etapa, o interesse do país perdia mais força, frente ao grande poder econômico.
Constrói prédios desde a adolescência. Com muito esforço, somou 31 anos de contribuição em carteira. Com a “Reforma” que Bolsonaro propôs (e a mídia apoia), João perderia quase 400 reais de aposentadoria
Ela trabalha desde os 14, sem direitos trabalhistas. Acorda todo dia às cinco. Mas para governo e o “mercado”, dona Maria, com aposentaroria de um mínimo, é uma privilegiada – e receberá apenas R$ 400
Bolsonaro quer retomar, já no início do ano, uma contra-reforma da Previdência — agora, ainda mais extremada. Pode sofrer enorme derrota, desde que a oposição finalmente desperte…
Em livro provocador, Aaron Benanav sustenta: são frágeis as visões distópicas (e também as utopias) baseadas em robótica e IA. Sua perspectiva: já há meios técnicos para garantir a abundância e a igualdade. Alcançá-las é tarefa da política
Às vésperas das grandes manifestações contra a brutalidade machista, pesquisadora ressalta: negras são as maiores vítimas. E não será possível encarar o fenômeno sem enfrentar a ideia arraigada de que as vidas não-machas e não-brancas valem pouco
Algo mudou e se acelera desde a grande crise econômica iniciada em 2008. A mudança tem dimensões psíquicas: as novas dinâmicas de extração de valor estão intimamente ligadas ao aumento da individualização. E o principal motor está à um toque de tela (ou comando de voz) de nós
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