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Cinco décadas depois da última crise de petróleo, economia do mundo depende bem menos do Oriente Médio. Mas mercados financeiros agigantam-se e se livraram de controles públicos. Quais serão as consequências, se o ataque ao Irã produzir perdas severas?
Nobel de Economia provoca: nova tecnologia atrai montanha de investimentos, mas pode não trazer lucros tão cedo… E sequer há certeza que avançará na velocidade almejada: falta energia para sustentar tantos data centers
Nobel da Economia explica: sistema brasileiro é rápido, seguro e gratuito – por isso, tornou-se popular. Seus “problemas”: ele quebra o mito do Estado “ineficiente”, ameaça lucros financeiros parasitários e pode tornar obsoletos os bancos privados
Nobel de Economia analisa: EUA já usaram todas as suas armas; a China, quase nenhuma. Pequim não quer o conflito – mas pode, se provocada, humilhar o adversário. Parvo, presidente perde-se em retórica oca e contradições
Não culpe a China por novos terremotos financeiros. Fragilidade da economia global tem causas profundas. Resposta convencional é a pior possível
Em resposta ao “Capital no Século XXI”, não há argumentos, só silêncio e preconceitos. Partidários da desigualdade estão em apuros
Interesses econômicos, ideologia do livre-mercado e crença infinita na técnica bloqueiam ação contra mudança climática. É uma aposta mortal
Reféns de direita primitiva, EUA paralisam governo, põem em risco ordem financeira que os favorece e expõem gravidade de sua decadência
Ao investigar impotência de Obama perante WallStreet e guinada ultraconservadora dos republicanos, Krugman dispara: país vive crise com a democracia
Crise deve-se principalmente à arrogância das autoridades europeias. Incapazes e moralistas, creem que tudo funcionará, se sociedades aceitarem sofrer mais
Os esforços (não-remunerados) das mães são “a infraestrutura que sustenta o capitalismo”. Que políticas podem ser implementadas para transformar esse cenário? Leia trecho de livro recém-publicado pela Editora Fósforo que debate alternativas
Em evento organizado por Outras Palavras e FESPSP, dois sanitaristas debatem como fortalecer o SUS. Para a professora da UFRJ, urge dar marcha ré na relação público-privada. Gonzalo Vecina propõe multiplicar a bem-sucedida experiência dos consórcios regionais
Em 2036, Brasil terá 40 milhões de idosos. Futuro aponta para famílias menores, mais exposição a fatores de risco, mais doenças crônicas e ampliação das desigualdades. É preciso fortalecer a prevenção e a promoção da saúde, para evitar uma catástrofe no sistema público
• 120 mil óbitos associados a ondas de calor • Combate a mutilação genital feminina na Colômbia • E MAIS: fostenavir; difteria; CAR-T; natalidade •
Ferramenta fundamental para combater as desigualdades regionais de acesso a saúde, PMM é reconstruído após desmonte no governo Bolsonaro. MS comemora data com lançamento de livro sobre a experiência na atenção primária.
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