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Uma diálogo entre Ernest Bloch, autor que “restituiu” a dignidade da ideia de esperança, e Adorno. Refletem sobre os efeitos da tecnologia e cutucam as esquerdas: é preciso resgatar a imaginação política e enfrentar à “venda de sonhos” feita pela indústria cultural
Campanha contra jornada 6×1 reintroduz no Brasil, enfim, a luta pelo tempo livre de trabalho. Como Marx e Adorno apontaram, pauta expõe voracidade do capital, politiza relação vista como inalterável e abre caminho para enfrentar a alienação
Obra reúne 20 aulas transcritas do autor alemão. Publicado no Brasil pela Editora Unesp, o volume revisita esse conceito complexo de maneira esclarecedora, destacando a relevância do método para a crítica social. Sorteamos dois exemplares
Elas são a nova faceta do Ensino Superior público do país, afirma a filósofa. em nome da produtividade, elas abandonam a inovação e dilemas universais. E, assim, se apartam da sociedade, com soluções imediatistas para problemas mais empresariais que coletivos
Teoria Crítica trouxe novas leituras da indústria cultural e, há três gerações, ainda é evocada para diagnosticar modalidades de opressão social. Porém, ficou presa à burocracia universitária. Poderá responder aos novos dilemas do mundo?
Novo livro de Rudá Ricci explica, bebendo de Marx e Freud, os mecanismos que levam sujeitos pacíficos a agir de modo agressivo e minar os princípios da política. Para superá-los, Brasil precisará analisar a violência recalcada que o constitui
Nas ideias do pensador alemão, chaves para entender as lógicas do gabinete do ódio. Ao mobilizar tendências subterrâneas, ele visa transformar fissuras sociais em virtudes – e, assim, insuflar “disposição para o medo” frente a sua agonia e contradições
O triste desencanto da vida de professor. Em vez de convite (e desejo) ao saber, a profissão impregnou-se de elitismo; a construção coletiva é substituída por visão utilitarista, metas e caretice. A falta de cultura também revela a incapacidade de sonhar
A partir do pensador alemão, elementos para entender a dominação na Era Digital. Sua lógica estimula o binarismo like/dislike, o preconceito e o vício em telas, tornando-se campo fértil para a ultradireita capturar discursos e eleger palhaços de auditório
Em palestra de 1967, filósofo descreveu o “novo radicalismo de direita” e sua relação com o empobrecimento da classe média. Mas enquanto a “democracia” contemporânea só enxergar os cidadãos que geram valor, História deve se repetir
Democracia liberal parece esgotada. Em crise, a dominação ocidental torna-se mais agressiva – e ameaça o planeta. Quais os caminhos para alternativas? Nossa Retrospectiva relata outro ano em busca de saídas e convida a um 2026 decisivo
Acordo Mercosul-UE pode aprofundar a reprimarização brasileira e a subordinação geopolítica, afinal, recursos hídricos para implantação de data center e reservas de terras raras do país são cobiçados. Para freá-lo, o exemplo europeu: mobilização dos trabalhadores
Tramita na Câmara proposta que, sob a promessa de garantir direitos, pode aprofundar a exploração. Ao criar a categoria de “trabalhador plataformizado”, dá respaldo aos poderes de patrões das corporações, sem que assumam responsabilidades
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