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Ninguém pode mais ignorar que vivemos ameaça sem precedentes. Há dúvidas de que o país precisa se preparar militarmente; e de que esse esforço tem que incluir armamento nuclear? Não podemos vencer uma superpotência; mas devemos ser capazes de dissuadi-la
Exame de uma construção midiática. Na Venezuela, como no genocídio em Gaza ou no Iraque, apaga-se a barbárie, deslocando-se o foco para a “precariedade” da vítima e a “excelência técnica” do agressor. O que sobra é um mundo um pouco mais baixo, violento e cínico
Após o sequestro de Maduro, Trump indica aceitar um governo liderado por Delcy Rodríguez, desde que o controle do petróleo venezuelano seja transferido a empresas dos EUA. A decisão não será fácil. O Estado venezuelano encontra-se por um triz
O sequestro de Maduro reduz, mas não elimina a força do chavismo na Venezuela. Tampouco resolve o declínio hegemônico dos Estados Unidos. E Washington não é capaz de oferecer oportunidades de desenvolvimento que compitam com a alternativa chinesa
Após sequestrar Maduro, Trump assume cobiça pelo petróleo. Bombardeios visam os centros da resistência armada e popular — mas a luta não acabou. Episódio indica: é preciso colocar em pauta já, também no Brasil, ruptura das relações de dependência com os EUA
Uma leitura atenta da nova Estratégia de Segurança Nacional de Washington mostra ênfase renovada no Hemisfério Ocidental. Mas a agressão contra a Venezuela não é uma guerra apenas contra a Venezuela. É uma guerra contra toda a América Latina
Qual o real poder bélico enviado ao Caribe para o “combate às drogas”? O petróleo venezuelano: obsessão antiga dos EUA. Há possibilidade de invasão ou trata-se de outra bravata de Trump? Como Caracas se preparou – com Exército, milícias e armamentos – para agressões?
Explícito, Trump admite: autorizou operações golpistas da CIA na Venezuela. Combate às drogas é pretexto para aparelhar democracias latinas. Para resgatá-las, um chamado à solidariedade que não substituí, mas fortalece lideranças, movimentos locais e a autonomia de decisão aos povos
Em mais um espelho da crise hegemônica, laurear María Corina Machado, golpista venezuelana, diz menos sobre paz e mais a ordem que o Ocidente deseja restaurar. Prêmio celebra as trincheiras, e não o consenso e o diálogo para evitar novas guerras
Navios e caças dos EUA exibem-se no Caribe para tentar intimidar Caracas. Escalada militar e econômica é nova política de Washington para América Latina – mas o que esperar dela, e que riscos implica, num contexto de conflitos globais?
Quais os próximos passos (e dilemas) da resistência bolivariana? Caracas ficará sozinha frente ao acosso dos EUA? Como enfrentar o projeto trumpista de recolonização da região? Seria possível construir uma cooperação entre países latino-americanos que garanta paz e soberania?
Ao sequestrar Maduro e escancarar o projeto de submissão da América Latina, Trump revela força e fraqueza. EUA expõem sua condição de opressores. Agora é prioritário afastar sua enorme influência, em particular no Brasil. Há caminhos para isso
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