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Último relato da série sobre indígenas nas metrópoles. Na escola e no poder público, ele viu as engrenagens de apagamento da vida ancestral – e as brechas para resistir. Formou-se inquieto artista que busca conectar o urbano e o ancestral
Criada no Maranhão, entre aldeia e cidade, Silmara Guajajara mudou-se cedo para o Rio — tempos de violência. Encontrou-se na escola, onde enxergava o mundo. Não pensa em voltar: seu lugar na luta indígena é o de professora, corajosa e premiada
Mestiço, criado na Terra Indígena Raposa Serra do Sol, local de conflitos, só assumiu sua identidade aos 25. Artista, encontrou-se na literatura e é autor premiado. Vive em SP, onde diz cumprir uma missão – mas sonha voltar a sua terra
Muitos vieram de Pernambuco a SP na época da construção do estádio do Morumbi. Em relato de migrante indígena que retornou à sua terra, a luta pela sobrevivência — mas também por direitos, educação e preservação da cultura ancestral
Filha de mãe das etnias javaé e karajá, nasceu na cidade mas logo voltou à terra do pai, do povo xavante, no MT. Hoje estuda jornalismo em Goiânia, e sonha transitar entre a cidade e a aldeia, ensinando e aprendendo a cultura dos dois lados
Ele saiu do Amazonas após conflitos e dominação da Igreja Católica. Na metrópole, encontrou meios para sustentar a família, fazer filmes e ensinar sua cultura em escolas. Deseja pedaço de terra, para manter sabedoria ancestral…
O sequestro de Maduro reduz, mas não elimina a força do chavismo na Venezuela. Tampouco resolve o declínio hegemônico dos Estados Unidos. E Washington não é capaz de oferecer oportunidades de desenvolvimento que compitam com a alternativa chinesa
O recado de Trump está dado há muito: sua política imperialista e neocolonial não tem limites, sua intenção é roubar riquezas naturais e subjugar povos. Mas a trajetória de revoltas da Venezuela, e seu embrião de poder comunal, sugerem que nada está escrito
Após sequestrar Maduro, Trump assume cobiça pelo petróleo. Bombardeios visam os centros da resistência armada e popular — mas a luta não acabou. Episódio indica: é preciso colocar em pauta já, também no Brasil, ruptura das relações de dependência com os EUA
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