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Um ano após a insurgência que reuniu 250 milhões de indianos, o governo Modi cede à pressão popular. Promete revogar as três “reformas” agrícolas, mas continua com as privatizações. Campo segue mobilizado e denuncia o acosso das corporações
Primeiro autor a conceituar a geografia da guerra descreve a cartografia como instrumento militar, político e econômico. Mistificada como ciência neutra, ainda hoje ela é usada como arma, seja para censura ideológica em apps ou para planejar genocídios
Na entrevista em que narra sua trajetória, ele conta como chegou a uma concepção particular sobre a formação e dinâmica do sistema capitalista. Seu impulso não viria dos mercados, mas de uma tendência incontível à guerra e à conquista
Nova audiência definirá o futuro do fundador do WikiLeaks. Preso e à beira de um colapso mental, ele pode ser deportado aos EUA, país que tramou seu assassinato. Cerco revela: em democracias esvaziadas, jornalismo poderia ser o inimigo nº 1
Ascensão chinesa tirou 850 milhões da pobreza, urbanizou o país e ampliou acesso a serviços públicos. Apostou no “desenvolvimento”, conceito cada vez mais questionado. Mas subordinou-o a projeto nacional de soberania e bem-estar
Como os EUA tentam cortar o acesso da China a tecnologias cruciais. Que chances têm os chineses de se desvencilhar. E uma questão essencial: quem prometeu “mundo sem fronteiras” pode agora proibir a circulação do conhecimento?
Obra recém-lançada no Brasil investiga trajetória teórica de Hayek e von Mises e sustenta: seu alvo sempre foi bloquear a participação popular e a democracia real. Para impor lógica dos mercados, eles defenderam mão forte do Estado e ditaduras
Agora, à brutalidade primitiva do Talibã soma-se outra – requintada e capciosa. Em fuga após inundar o país de mortos, os ocupantes esperam mulheres-heroínas que, imunes à devastação de seu povo, expressem o projeto de “liberdade” do Ocidente
A crise migratória sem o sensacionalismo ocidental: diáspora afegã já era gigantesca sob ocupação dos EUA. Síria, Mianmar e Sudão são outros territórios de evasão populacional. Na América Latina, Venezuela, Colômbia e México
Fundamentalistas estão às portas de Cabul. Seu retorno assombra mulheres e dissidentes religiosos e políticos. Os EUA guerrearam 20 anos, gastaram US$ 2,3 tri e deixam metade da população na miséria. Haverá um sinal maior de seu declínio?
Como a entrada da Alphabet nas cátedras aprofunda a dependência e ameaça a soberania nacional? Que ardis utiliza para forçar acesso ao pensamento estratégico do Estado e transformar ciência pública em infraestrutura privada de poder?
Alta do custo de vida foi o estopim das manifestações. EUA e Israel tentam dirigi-las para a “mudança de regime”. Esta ousadia pode ser seu ponto fraco: população rejeita interferência externa. Regime age para enfrentar as sanções, mas resultados ainda são limitados
Da Inglaterra industrial às lutas de Chicago, seguido pela França até às greves no Brasil, reduzir a o tempo de trabalho está no cerne das resistências trabalhistas. O que dizem as pesquisas atuais? Por que o apoio ao fim da escala 6×1 é tão amplo?
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