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Capitalismo produz nova distopia: milhões trabalham muito, no mundo todo, para fornecer dados aos programas de Inteligência Artificial. Têm alta formação. Ganham pouquíssimo, sem direito algum. Agora, começam a lutar
Crônica e mapa de novo esquecimento. Cinco séculos após o início da expansão europeia, e da escravização de seus povos, continente está no fulcro do comércio mundial de mercadorias. Como o fato se deu. Por que não serve aos africanos
Uma análise sobre as origens do fenômeno, hoje decadente, que elegeu ex-capitão. Seu início em 2015, com as primeiras manifestações anti-Dilma. Seus elementos mais radicais, em especial os primitivistas. Como influenciarão o pleito de 2022
Na longa série de propagandas e “reportagens” exibidas pela Globo, um truque. Disparam-se dados fora de contexto, para exaltar setor que devasta natureza e aprofunda desigualdades. Riquezas do Brasil não são para, ao menos, matar a fome?
Capitaneada pela ultradireita cristã e apoiada por setores de classe média, proposta dos anos 90 ganhou força com governo Bolsonaro e está no Congresso. Por trás da “inovação”, o lobby da educação privada, de olho em verbas públicas…
Eleito em crítica ao neoliberalismo, presidente elevou salários, lançou programas sociais e segue popular. Mas, egocêntrico e arcaico, ataca o feminismo, despreza o ambiente, amplia a “guerra às drogas” e, diante da covid, produziu tragédia
Associado ao êxito individual, o ser feliz tornou-se obrigação tormentosa. Pode ser, porém, o desfrute de uma vida sem medos; os convívios que permitem encarar o incerto e a tristeza; e uma ética que, prezando o cuidado, desafia os moralismos
Ao Norte, créditos ilimitados e bem-estar social. Ao Sul, endividamento e o inferno da “austeridade”. Mas vírus é ameaça mundial – e saídas devem ser coletivas. Uma delas pode vir de lugar improvável: os bilhões da reserva do FMI
De um lado, avançam o animalismo e a crítica ao supremacismo especista. De outro, Inteligência Artificial assume funções antes exclusivas do sapiens. Que papeis restarão a nossa espécie? Como ela pode manejar uma transição virtuosa?
Desde século XVI, impérios europeus produziram mudança antropológica abrupta. Capital converteu a agricultura, antes integrada aos ecossistemas, em commodities cultivadas nas colônias. Daí vieram o latifúndio, o agronegócio e… as pandemias!
Exame de uma construção midiática. Na Venezuela, como no genocídio em Gaza ou no Iraque, apaga-se a barbárie, deslocando-se o foco para a “precariedade” da vítima e a “excelência técnica” do agressor. O que sobra é um mundo um pouco mais baixo, violento e cínico
Após o sequestro de Maduro, Trump indica aceitar um governo liderado por Delcy Rodríguez, desde que o controle do petróleo venezuelano seja transferido a empresas dos EUA. A decisão não será fácil. O Estado venezuelano encontra-se por um triz
O sequestro de Maduro reduz, mas não elimina a força do chavismo na Venezuela. Tampouco resolve o declínio hegemônico dos Estados Unidos. E Washington não é capaz de oferecer oportunidades de desenvolvimento que compitam com a alternativa chinesa
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