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Aos 83, ele está reunindo multidões contra Trump. Seus trunfos: erguer a bandeira antissistema, politizá-la e lançar propostas que dialogam com as dores da maioria. O que a atitude diz sobre a política nas ruas e a possível reconstrução da esquerda
Duas facções compõem o governo: a do porrete e a dos punhos de renda. Lesam o país e ameaçam a democracia, mas se protegem mutuamente. Só é possível porque esquerda institucional perdeu-se em série de erros táticos e estratégicos
Até 27/10, três países elegerão novos governos. Na Argentina, neoliberais serão vencidos — talvez, já no primeiro turno. Resultado ainda é incerto na Bolívia e Uruguai. Surge hipótese: novos ares, com tripla derrota conservadora
Pleito do ano que vem pode promover a difusão do bolsonarismo por todo o país; ou, ao contrário, sua derrota – e a emergência de uma esquerda de valores. Para que esta opção prevaleça, serão necessárias decisões não-convencionais
Na nova estrutura social, serviços ocupam lugar das fábricas, e igrejas tornam-se arena política. Para economista, vivemos intensa transformação – como na abolição da escravatura e industrialização – e velhas narrativas já não mobilizam
Chantal Mouffe sustenta: ordem neoliberal está em crise, mas velhos partidos tornaram-se impotentes. É preciso inventar nova política pós-capitalista – e o feminismo será decisivo
Triste é o papel daqueles que, tendo se proposto a mudar o mundo, tornam-se incapazes de buscar alternativas e se limitam a imitar, com sinal trocado, a atitude do opressor
Líder trabalhista, claramente identificado com esquerda e nova cultura política, está a um passo de vencer eleições. Repercussão internacional seria imensa
As turbulências e reviravoltas políticas que vivemos irão recrudescer. A esquerda só vencerá se souber aliar os que lutam por direitos sociais às forças multiculturais. Este é, hoje, o sentido da luta de classes
Nos EUA, nova arrancada de Bernie Sanders revela: é possível vencer preconceitos da mídia — desde que se apresente propostas concretas, […]
O sequestro de Maduro reduz, mas não elimina a força do chavismo na Venezuela. Tampouco resolve o declínio hegemônico dos Estados Unidos. E Washington não é capaz de oferecer oportunidades de desenvolvimento que compitam com a alternativa chinesa
O recado de Trump está dado há muito: sua política imperialista e neocolonial não tem limites, sua intenção é roubar riquezas naturais e subjugar povos. Mas a trajetória de revoltas da Venezuela, e seu embrião de poder comunal, sugerem que nada está escrito
Após sequestrar Maduro, Trump assume cobiça pelo petróleo. Bombardeios visam os centros da resistência armada e popular — mas a luta não acabou. Episódio indica: é preciso colocar em pauta já, também no Brasil, ruptura das relações de dependência com os EUA
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