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Redução da jornada e regulação da uberização são lutas convergentes, ao atacar velhas e novas formas de exploração. Isso exige leis robustas, mas também enxergar o “proletariado digital” — e suas instigantes iniciativas de cooperativismo de plataforma
Inovações regulatórias, fiscalização e mobilização dos trabalhadores podem frear ou ao menos reduzir a exploração das plataformas. Há exemplos na África, Europa e América Latina. Vão desde a presunção de emprego a leis duras contra o falso trabalho autônomo
Projetos buscam taxar captura de dados privados e lucros das big techs com anúncios. Além de corrigir o “vazio fiscal” no setor, arrecadação retornaria em políticas de inclusão digital. A proposta mais ambiciosa, de Boulos, propõe repasse direto ao usuário das redes
Examinamos as cinco medidas da Meta para estimular o ódio e o negacionismo em nome da “liberdade de expressão”. Está claro: ainda que frágil, democracia é entrave à expansão das Big Techs. Com Trump, elas veem a oportunidade de destruí-la. Por isso, espere novos horrores
Os planos de Trump para consolidar o colonialismo tecnológico e de dados. As respostas de Pequim e Moscou: chips avançados, vasta rede de data centers e plataformas próprias. A hesitação na UE. E uma grande brecha aberta para os Brics
Documento assinado por intelectuais – como Piketty, Mazzucato e Morozov – apoia a posição do Brasil contra a intransigência de Elon Musk. Em todo mundo, governos já sinalizam: corporações-plataformas são riscos às democracias, se não reguladas
Joseph Stiglitz denuncia os algoritmos pró-rentismo: corporações violam acordos comerciais, impondo “livre fluxo de dados” – um mercado global trilionário e livre de impostos. Regulá-las é urgente: democracia e soberania nacional estão em risco
Regrar conteúdos pode ser fútil, sem um passo a mais. País precisa desenvolver suas próprias plataformas intermediárias e de aplicativos – e deixar de depender das Big Techs. É possível, como mostram a China e as iniciativas na Saúde
Após sequestrar Maduro, Trump assume cobiça pelo petróleo. Bombardeios visam os centros da resistência armada e popular — mas a luta não acabou. Episódio indica: é preciso colocar em pauta já, também no Brasil, ruptura das relações de dependência com os EUA
Democracia liberal parece esgotada. Em crise, a dominação ocidental torna-se mais agressiva – e ameaça o planeta. Quais os caminhos para alternativas? Nossa Retrospectiva relata outro ano em busca de saídas e convida a um 2026 decisivo
Acordo Mercosul-UE pode aprofundar a reprimarização brasileira e a subordinação geopolítica, afinal, recursos hídricos para implantação de data center e reservas de terras raras do país são cobiçados. Para freá-lo, o exemplo europeu: mobilização dos trabalhadores
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