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Crônica da multiplicidade foliã do Carnaval: na periferia do Recife, um grupo de mulheres gordas, não tão jovens e quase todas negras cria um bloco para exercer e festejar o direito a se sentirem bem com seus corpos, sem padrões estéticos irreais
Mahommah Baquaqua foi primeiro negro a escrever sobre a escravidão brasileira. Seu relato, feito nos Estados Unidos, fala de miséria, humilhações, alcoolismo, tentativas de suicídio e — em especial — a eterna fuga para uma vida livre
Revelador: jornal mobiliza colunista para sugerir, com base no filme, que Previdência é injusta. Ela sabota o “progresso” oferecido pela especulação imobiliária…
Kleber Mendonça faz filme de resistência e mudança — uma tempestade que a Casa Grande fez de tudo para evitar, mas está prestes a cair
Justiça reconhece: patrimônio histórico, paisagístico, ambiental, social e político não pode ficar subordinado ao poder econômico. Mas batalha está só começando
Por Raquel Rolnik, em seu blog
Em “Amor, plástico e barulho”, Renata Pinheiro mergulha no mundo brega-sexy da periferia do Recife e, embora com limites, convida a lembrar clássico “Copacabana mon amour”
Desocupação no Recife feriu acordo, desrespeitou Ministério Público e revela como política institucional continua atada às lógicas da poder econômico
Por Renan Truffi, na Carta Capital
No Recife, um grande movimento contra especulação imobiliária obtém vitória expressiva. Que está em jogo e como jornais tentaram abafar luta social
Por Mariana Martins e Mariana Moreira, no Intervozes
Golpeando Constituição, direito ao Trabalho e tradição brasileira, entidade quer excluir, de estádios e centro das cidades, camelôs e seus produtos. Há resistência
Por Ciro Barros e Giulia Afiune, na Publica
Jovens cineastas pernambucanos narram, em formato web, resistência da cidade à especulação imobiliária, segregação social e ditadura do automóvel Por […]
O monstro nasceu e está atuante. Ao violar regras do direito internacional, ele engendra o risco de uma guerra em larga escala. Mas perde aliados e pode enfrentar resistências internas e internacionais. Nelas está a esperança de que o desastre não se realize
Estudo mostra: em 15 anos, acordo trará crescimento pífio de 0,45% ao país. Frustrará o projeto Programa Nova Indústria Brasil e pode comprometer a soberania nacional. Por que Lula o comemora? Para capitalizar um “sucesso” nas relações internacionais?
Por trás das agressões de Trump, que agora cobiça Groenlândia, estão o projeto radical de um mundo unipolar e a importância crescente do Ártico. Mas haverá reações de China, Rússia e talvez da Europa – além de corrida armamentista perigosa. Virão tempos complexos…
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