Em seu ataque pouco refinado ao pensamento decolonial, Vladimir Safatle desconsidera uma crítica essencial ao eurocentrismo, ignora pensadores como Aníbal Quijano e Rita Segato e revela conhecer de modo raso o objeto de sua crítica
Da Amazônia à Palestina. Da África ao Caribe. Obra do psiquiatra martinicano é revisitada por autores do Sul global. Quem são os condenados da terra hoje. A nova faceta colonial: as polícias. A dominação pelo trauma. A cura: o poder comunitário