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Derrota na Bolívia escancara crise profunda. Progressistas não chegaram às reformas estruturais e, melancólicos, ancoram-se em conquistas do passado. Desencanto foi capturado pela ultradireita. Reacender esperanças exige ousadia…
Manifestações bolsonaristas do domingo expõem, por contraste, uma ausência. Falta uma agenda de mobilização social para pautas como o fim da escala 6×1 e a justiça fiscal. Mas há uma questão anterior: quem estará disposto a convocá-la?
Pauta tem enorme potencial de mobilização – não só de trabalhadores, mas também de suas famílias. Exemplos internacionais mostram como enfrentar a resistência das empresas e introduzi-la. Quando partidos progressistas e sindicatos abraçarão de fato esta luta?
Alianças políticas contra ataques à democracia, como fez o governo Lula, são essenciais. Mas cidadanias ativas e transformadoras não dependem do Estado: precisa ter raízes profundas no chão da sociedade. Mobilizar territórios e diversidades é chave para outro Brasil
Apenas três dentre as 32 subprefeituras paulistanas elegeram todos os seus conselheiros. Quadro amotivacional é grave, comprometendo a democracia cidadã. Ir além do voto é crucial. “Paineis populares” e novas formas de representatividade podem ser um caminho
Derrota da proposta de Constituição neofascista foi um duro golpe para os que viam no referendo trampolim para a disputa presidencial. Mas para superar o legado de Pinochet falta reagrupar as forças populares — algo que governo Boric não ousa
Governo tornou-se refém do fisiologismo do Centrão, que decide o que será votado no Congresso e em que condições. Qualquer avanço exige barganhas. E ultradireita segue viva. Presidente parece ter se esquecido o que o fez subir a rampa do Planalto
Bolsonaro encena seu Capitólio e estimula a sabotagem nas estradas — que tem a cumplicidade da PRF. Igual a Trump, presidente derrotado tentará manter-se como sombra e emparedar Lula. Novo governo precisará mobilizar as ruas
Tática implica em evocar mais o passado que o futuro. Desmobiliza os apoiadores. Furta-se a cativar corações e mentes em torno de propostas desejáveis de mudança. E deixa ex-presidente exposto às cascas de banana do bolsonarismo
Cada ato precisa ser um momento de engajar. Uma convocação para que cada uma e cada um se envolva com a campanha, agindo para ganhar votos e para tornar, por meio da mobilização social, o golpe impossível. É o oposto de jogar parado
Ressurge no cenário brasileiro um mito: o de que o serviço público é perdulário, ineficiente e “inchado”. O que dizem os dados reais acerca destas ideias? E onde está o verdadeiro desperdício dos recursos do Estado?
Ainda inédita no Brasil, obra analisa o papel do sindicalismo, hoje, num mundo em crise. Como podem dar impulso à inovações, e resgatar seu papel de contrapoder? Quais os caminhos para formular uma nova regulação do trabalho, incluindo precarizados?
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