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Em MG, surge espaço para nacionalizar a Copasa e livrá-la das lógicas mercantis. Caso mostra como a busca do lucro máximo destrói o caráter dos serviços públicos e expõe absurdo das privatizações do saneamento – feitas com dinheiro do BNDES
Pesquisadores internacionais advertem: corporações querem envolver a ONU na privatização dos recursos hídricos do planeta. Iniciativa afronta movimentos sociais e indígenas – e tenta apropriar-se da ideia de “bem comum”
Maior empresa pública do RJ, que abastece 17 milhões, foi entregue a fundos internacionais aos quais só importa lucrar. Pesquisadores apontam indícios de fraude, acordo prévio entre grupos que participaram do leilão e enormes prejuízos sociais
Há 10 anos, um padre revolucionário, um embaixador e uma ativista conseguiram algo que parecia impossível: órgão reconhecia a urgência em desmercantilizar a água. Brasil poderia repetir o exemplo de criatividade política?
Caso do RJ aponta: bancos sem nenhuma experiência em Saneamento preparam-se para assumir controle dos serviços, em operações obscuras e de rapina. Acesso dos mais pobres fica ainda mais distante. Tarifas subirão. Mananciais ameaçados
A tramitação tortuosa no Congresso. Os mecanismos usados para rifar as empresas públicas. Por que licitações obrigatórias gerarão monopólios privados. Como lei retira investimentos nas periferias e em 5 mil municípios
Três poderes avançam sobre as fontes, cada vez mais raras e poluídas: as grandes corporações, os exércitos e os privatizadores locais. Mas crescem as lutas sociais para criar o primeiro Comum global. É hora de tomar partido
Em Manaus, primeira capital a privatizar suas águas, paradoxo cruel: banhada por dois dos maiores rios do mundo, cidade não abastece população, cobra caríssimo pelos serviços e mantém quase 90% sem esgotos
Em livro provocador, Aaron Benanav sustenta: são frágeis as visões distópicas (e também as utopias) baseadas em robótica e IA. Sua perspectiva: já há meios técnicos para garantir a abundância e a igualdade. Alcançá-las é tarefa da política
Às vésperas das grandes manifestações contra a brutalidade machista, pesquisadora ressalta: negras são as maiores vítimas. E não será possível encarar o fenômeno sem enfrentar a ideia arraigada de que as vidas não-machas e não-brancas valem pouco
Algo mudou e se acelera desde a grande crise econômica iniciada em 2008. A mudança tem dimensões psíquicas: as novas dinâmicas de extração de valor estão intimamente ligadas ao aumento da individualização. E o principal motor está à um toque de tela (ou comando de voz) de nós
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