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Esqueça o acaso. Trump ainda governa porque parte das elites, nos EUA, quer encobrir, com superioridade militar, a decadência geopolítica e econômica do império em fim de linha
Com mais de 40 anos de atraso, o clássico “Para ler o Pato Donald” será lançado nos EUA. Ironicamente, governado por outro Donald — que comunga dos ideais que lançaram livros ao fogo
Eram poucos, quase todos oriundos das antigas colônias africanas. Foram designados “apátridas” de “sangue estrangeiro”. Cerca de vinte foram internados nos campos. Um sofreu eutanásia
Por Eve Rosenhaft | Traduzido por El Coyote
Sem projeto, sociedade pode escorregar para espiral de medo e ódio. Certos grupos são vistos como “inimigos”. Neste ambiente morboso, rasteja o deputado
Um livro clássico procura distingui-lo de outros totalitarismos. Ele precisa de violência, de poucas palavras, de anti-intelectualidade, da degradação cultural. Quão fascista será o governo brasileiro atual?
Por Rosane Pavam, em seu blog
Em 29 de outubro de 1922, em tempos de crise e diante da hesitação dos liberais italianos, formava-se o primeiro governo fascista na Europa
Há 75 anos, estreava “O Grande Ditador”. Cineasta adorava satirizar poderosos e fora hostilizado por nazistas. Nos EUA, conservadores protestaram contra o filme
Por Joachen Kurten, na DW
Leni Riefenstahl ajudou a propagandear o nazismo com seus filmes—mas deve ser responsabilizada pelos crimes cometidos em nome de Hitler?
Exame de uma construção midiática. Na Venezuela, como no genocídio em Gaza ou no Iraque, apaga-se a barbárie, deslocando-se o foco para a “precariedade” da vítima e a “excelência técnica” do agressor. O que sobra é um mundo um pouco mais baixo, violento e cínico
Após o sequestro de Maduro, Trump indica aceitar um governo liderado por Delcy Rodríguez, desde que o controle do petróleo venezuelano seja transferido a empresas dos EUA. A decisão não será fácil. O Estado venezuelano encontra-se por um triz
O sequestro de Maduro reduz, mas não elimina a força do chavismo na Venezuela. Tampouco resolve o declínio hegemônico dos Estados Unidos. E Washington não é capaz de oferecer oportunidades de desenvolvimento que compitam com a alternativa chinesa
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