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Em mais um espelho da crise hegemônica, laurear María Corina Machado, golpista venezuelana, diz menos sobre paz e mais a ordem que o Ocidente deseja restaurar. Prêmio celebra as trincheiras, e não o consenso e o diálogo para evitar novas guerras
Por meio século, pela supremacia de sua moeda, EUA atrelaram a ela todas as transações com o “ouro negro”. Força resultante alimentou um novo colonialismo e suas guerras. Agora, diplomacia chinesa o desafia – e aponta alternativas reais
História de uma reviravolta geopolítica. Como a arrogância imperial dos EUA levou-os a desejar a guerra, até perder as condições de mediar uma saída. Por que a China colocou-se em posição de fazê-lo e de exercer papel inédito na cena global
Teorias geopolíticas dominantes continuam a se apoiar no conceito de hegemon. Mas a China, emergente, não parece interessada em exercê-lo. Sua recusa pode evitar o desastre e abrir espaço para o multilateralismo e a cooperação
Tambores da guerra de informação rufam. Militarizar é libertar, insuflar é proteger, provocação é defesa, sugere Washington e repetem as mídias ocidentais. EUA querem uma guerra prolongada. Europa cede. Indústria de armas prepara vendas
Três expoentes do pensamento conservador revelam, num artigo provocador, seus temores diante da era em que as máquinas poderão pensar por nós. Suas principais preocupações: guerra nuclear e caos nas relações e contatos humanos
O sequestro de Maduro reduz, mas não elimina a força do chavismo na Venezuela. Tampouco resolve o declínio hegemônico dos Estados Unidos. E Washington não é capaz de oferecer oportunidades de desenvolvimento que compitam com a alternativa chinesa
O recado de Trump está dado há muito: sua política imperialista e neocolonial não tem limites, sua intenção é roubar riquezas naturais e subjugar povos. Mas a trajetória de revoltas da Venezuela, e seu embrião de poder comunal, sugerem que nada está escrito
Após sequestrar Maduro, Trump assume cobiça pelo petróleo. Bombardeios visam os centros da resistência armada e popular — mas a luta não acabou. Episódio indica: é preciso colocar em pauta já, também no Brasil, ruptura das relações de dependência com os EUA
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