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Lula sabe que o “déficit zero” cria armadilhas para o projeto de reconstrução nacional e dá sinais de que se envolverá mais na política econômica. Rever as diretrizes do orçamento é crucial para evitar o garrote nos investimentos públicos
Governo dá passos tímidos em direção à reconstrução nacional, como o PAC. Porém, criou armadilha para si mesmo com o arcabouço fiscal. Um robusto plano de desenvolvimento é urgente. Mas isso não será possível com bom mocismo com a Faria Lima
Fernando Haddad insiste em driblar investimento mínimo em Saúde e Educação. Enquanto isso, paga em juros, aos rentistas, o dobro do orçamento destas duas pastas somadas. Se é para reduzir gastos, poderia começar por essa parasitagem
Ministro insiste no “ajuste” que o mercado cobra, e pensa fazê-lo onerando os mais ricos. Mas rentistas pedem corte de serviços públicos e “reforma” administrativa neoliberal. É hora de outro jogo: investimento robusto para reconstruir o país
Comitê corta apenas 0,5 pontos dos juros, que seguem os mais altos do mundo. Preocupa que diretores nomeados por Lula não apresentem uma proposta alternativa. Enfrentar o rentismo exige coragem, mesmo que seja para marcar posição
Prefeito paulistano tenta reeleição com artilharia grossa. Apoiado por fundamentalistas e velha mídia, negocia com o governador, e oferece em troca aval à privatização da Sabesp. Sintetiza o pior de dois mundos: o neoliberal e o bolsonarista
Após o arcabouço, Haddad aventa eliminar pisos constitucionais que protegem direitos básicos. Desejo de agradar a Faria Lima pode minar bases do governo. Lula terá que assumir o comando da economia, se quiser fazer mais e melhor
Em surdina, neoliberais aproximam-se de uma vitória estratégica – anular os dispositivos constitucionais que obrigam o Estado a investir em Saúde e Educação. Mais espantoso: o passo pode ser dado por iniciativa do governo Lula
Cristiano Zanin vota com os conservadores no STF. Haddad encanta-se com a Faria Lima. E Rui Costa, da Casa Civil, deixou como legado, na Bahia, a polícia mais letal do país. Presidente precisa sacudir sua equipe, para corrigir os rumos do Brasil
Fernando Haddad esquivou-se do debate público para aprová-lo a toque de caixa. Nem por isso o Brasil quebrou. Agora, vem o mais importante: sociedade precisa debater um regime fiscal que atenda aos interesses das maiorias
O grande avanço: aumento de créditos para camponeses. Mas faltam orçamento e articulação. Política de assentamentos é pífia e feita sem diálogo com movimentos do campo. Governo precisa superar a apatia – e de coragem para enfrentar o agro
Informalidade brasileira não é acidental – portanto, debate sobre o “deficit” que seria criado por “microempreendedores” não é só técnico. História das conquistas sociais é feita de lutas, não de aritméticas. Assegurar direitos de 15 milhões de trabalhadores é inegociável
Até 2017, Estado influenciava as decisões da empresa. Mas tudo ruiu. Hoje, megafundos financeiros como a BlackRock controlam mineradora estratégica ao Brasil – e impõem reprimarização selvagem, sem investimento em tecnologia ou respeito às leis ambientais
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