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Uns vão ao espaço, outros querem enfiar coisas na sua cabeça. Neuralink, de Elon Musk, tenta conectar cérebros a computadores. Tecnologia, porém, existe há 56 anos… Sua “inovação” atual: capturar mais dados, sem que você sequer perceba
Superexploração do trabalho, em ambientes infernais. Ataque mortal ao pequeno varejo. Exploração das fragilidades psíquicas do público. Ainda assim, multidões seguem comprando — por já não desejarem nada, exceto o consumo
Epidemia é comparativamente branda: nos EUA, 8,2 mil já morreram de gripe, neste inverno. Mas sua imensa repercussão remete a distopias tecnológicas, cidades convertidas em desertos e desejos secretos de segregar os diferentes
Filme “Compra-me um revólver”, de Cordón, apresenta um México dominado por traficante, onde as mulheres “desaparecem”. Em meio a geografia mágica, a brutalidade do real transforma-se em algo belo e rico em potencialidades
Por que o novo algoritmo converte a rede social mais poderosa do mundo em algo que combina a vigilância total, de George Orwell, com o anestesiamento permanente, de Aldous Huxley?
A despeito da sobre-estetização de Villeneuve, novo filme não é o velho sucesso requentado, mas obra viva e estimulante para quem tiver olhos para ver e disposição para pensar
Começou há 33 anos. O monstro pedia mais combustíveis fósseis; não fomos capazes de freá-lo. Então, emergiu a AntiPolítica. As crianças já não podem compreender o que eram países, ou sociedades
A grande ferramenta de controle social da pós-modernidade está em crise. Mas para superá-la, não bastam discursos. O decisivo é reinventar experiências e laços sociais
Nos últimos dez anos, a exportação do óleo venezuelano para os EUA caiu drasticamente. Mas um país passou a ser de longe o principal destino – e perigo à hegemonia do Império: a China, hoje o 8º maior produtor e o 2º que mais consome petróleo no mundo
Passividade diante da agressão de Trump custará caro, e não apenas porque a Groenlândia está ameaçada. Continente parece incapaz tanto de defender o direito internacional quanto de atuar como um sujeito autônomo, num tempo de transformações geopolíticas
Não é só a Enel. Em todo o país, distribuidoras privadas de energia precarizam os serviços, para extrair mais lucro. Exame dos casos sugere: é hora de colocar em pauta a reestatização de um serviço público crucial
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