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Entre a frustração política e o sequestro de sua indignação, muitos jovens tornam-se território decisivo da disputa pelo poder. Compreender o fenômeno é decisivo para quem luta por transformação social — e pela própria democracia brasileira
“Mãe, vou votar no Lula, o Bolsonaro é mau”, disse meu filho, replicando a exiguidade do debate político em 2018. Surgiu uma esquerda reativa, que acua a si mesma. Precisaremos ir até as entranhas desse processo, se quisermos sair desta encruzilhada
Tática implica em evocar mais o passado que o futuro. Desmobiliza os apoiadores. Furta-se a cativar corações e mentes em torno de propostas desejáveis de mudança. E deixa ex-presidente exposto às cascas de banana do bolsonarismo
A 8 ½ Festa começa amanhã, totalmente online. Nos filmes selecionados, variedade, vigor e humor ladino, mas também sinais do tempo: a figura clássica da mamma se reconfigura e a crítica à burguesia dá lugar à defesa da filantropia
O pós-coronavírus será como sair de uma guerra: tudo estará em escombros. Ao propagar o medo do outro, o individualismo radical, a insolidariedade social, o “salve-se quem puder”, sistema nos tornou frágeis. Agora é buscar a volta por cima
Em meio a escândalos cotidianos, governo finge que não é com ele e segue confirmando seu despreparo. Como um grupo tão vergonhoso chegou ao poder? Como se dará a resistência?
Lógicas neoliberais. Despolitização e valores individualistas. Perseguição judicial e erros do PT. Combinados, estes ingredientes produziram a tempestade perfeita e o desastre
Trump aplicará imperialismo de alta intensidade – militar, mas também nas finanças e comércio. Há o risco de intervenções cada vez mais frequentes. Nestas condições, a defesa pela soberania não pode ser apenas uma ênfase discursiva dos governos progressistas
Brutalidade de Trump choca, mas não é raio em céu azul. Por décadas, mundo das corporações sequestrou a riqueza coletiva e zombou da democracia e dos direitos. Resultado: um sistema arcaico e cada vez mais indesejado, mas em crise aguda
No rastro das agressões de Trump há uma tentativa de reconfigurar o desejo político. Já não seria o trabalho coletivo de construção do comum, mas o culto à força e seu impacto. O cinema, com seus “resolutores” viris, construiu este imaginário. Enfrentá-lo será uma das grandes batalhas do presente
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