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Nas obras de duas autoras periféricas, um ato de emancipação. Racismo e machismo estruturais as calaram, mas na poesia encontram espaço para refletir sobre suas trajetórias e sentimentos — de forma crua, verdadeira e insurgente
Os passos, as vozes, as mãos, os olhos de quem se aproxima: tudo tão familiar e convidativo, tudo prestes a desatar em brincadeira. O ouvido sempre apurado do cão registra apenas o que há de humano nos gritos dos rapazes, os sons que se articulam e formam palavras. Com o resto ele não atina.
Três irmãs. Nove, oito e seis anos… Imigrantes salvadorenhas nos EUA. Sequestradas e deportadas. Na Casa-Prisão, não sabiam desenhar nuvens… Puderam espiá-las através das grades, ganhando tantas formas. Mas, muitas vezes, o sonho também se esvai com o vento…
O pobre de direita, seu livro mais recente, é ainda mais necessário em 2026. Porque revela, a partir de uma estratificação original da sociedade brasileira, como parte expressiva dos explorados é capturada por ressentimento e moralismo, quando a esquerda não oferece um horizonte de mudanças
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