166 artigos encontrados
Seria ótimo derrubar proto-fascista instalado no posto de maior poder do planeta. Porém, ação aberta ontem pode ser atalho para frear a avanço da esquerda e recompor o casamento do Partido Democrata com a plutocracia americana
Agora, está claro: devastação espantosa prossegue porque presidente apoia-se na ignorância dos neofascistas e nos interesses dos neoliberais. Mas tal coalizão revela precariedade do capitalismo brasileiro e brechas abertas, em tempos de revolta
Do Chile e Haiti à França; do Líbano ao Sudão e Hong Kong: multidões inquietam-se. Não se movem pela disputa clássica entre esquerda e direita. Mas pronunciam, em comum, um já basta – dirigido à desigualdade e à vida-mercadoria
O mal-estar social alastra-se, o colapso da Natureza avança e a democracia declina. Se ainda assim o termômetro que afere o “sucesso” das sociedades nos diz que tudo vai bem — então, é preciso trocá-lo por outro. Já há como fazê-lo
Resgate de Sheldon Wolin, o cientista político que descreveu a fusão entre Estado e corporações. Resultado: precariedade e insegurança constantes, para impor a tirania dos mercados; e violência, quando as multidões despertam…
Eles esvaziaram a democracia, para afirmar a soberania dos mercados. E espalharam ressentimentos, ao concentrar riquezas. Surgiu um Frankenstein — a quem recorrem, sempre que seus super privilégios são ameaçados…
Em um ano, estará eu jogo o poder local – capilar e presente. Bolsonarismo quer torná-lo mais primitivo e violento, mas enfrentará resistências sociais. Partidos de esquerda saberão acolhê-las? Ou se fecharão em suas máquinas e certezas?
Até 27/10, três países elegerão novos governos. Na Argentina, neoliberais serão vencidos — talvez, já no primeiro turno. Resultado ainda é incerto na Bolívia e Uruguai. Surge hipótese: novos ares, com tripla derrota conservadora
Douglas Resende e Jean-Claude Bernardet lançam um olhar sobre a experiência que sacudiu a esquerda em Minas Gerais e tentam descobrir como ela pode ajudar a encontrar saídas no deserto político brasileiro
Que permite aos oprimidos tirar o sono de seus algozes mesmo liquidados? Será a teimosia em não aceitar que estamos todos aprisionados? E é por isso que nos esquecemos de sua existência – para que a chama subversiva não se espalhe?
Exame de uma construção midiática. Na Venezuela, como no genocídio em Gaza ou no Iraque, apaga-se a barbárie, deslocando-se o foco para a “precariedade” da vítima e a “excelência técnica” do agressor. O que sobra é um mundo um pouco mais baixo, violento e cínico
Após o sequestro de Maduro, Trump indica aceitar um governo liderado por Delcy Rodríguez, desde que o controle do petróleo venezuelano seja transferido a empresas dos EUA. A decisão não será fácil. O Estado venezuelano encontra-se por um triz
O sequestro de Maduro reduz, mas não elimina a força do chavismo na Venezuela. Tampouco resolve o declínio hegemônico dos Estados Unidos. E Washington não é capaz de oferecer oportunidades de desenvolvimento que compitam com a alternativa chinesa
Este site usa cookies para que possamos oferecer a melhor experiência de usuário possível. As informações dos cookies são armazenadas em seu navegador e executam funções como reconhecê-lo quando você retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você considera mais interessantes e úteis.
Apenas os cookies necessários ao funcionamento do site serão ativados..