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Em meio a vasta reorganização do mundo do trabalho, e à ofensiva das big techs, continuam a surgir iniciativas que empregam as novas tecnologias para a igualdade e a autonomia. Há algo novo: elas articulam-se cada vez mais com um sistema incipiente de bancos alternativos
Em meio ao domínio das big techs, movimento oposto ganha força internacional: tecnologia e conectividade em favor do Comum e da Colaboração. Livro expõe a transformação – de plataformas a bancos e data centers – e reflete sobre ela
Da “breque dos apps” ao esforço de pesquisadores da Economia Solidária Digital, proliferam experiências de autogestão para enfrentar a precarização das plataformas. Señoritas Courie, Núcleo de Tecnologia do MTST e Liga Coop são exemplos no Brasil
Ao lançar livro sobre a proliferação das plataformas, pesquisadora sustenta: há uma vasta mudança no modelo de organização do trabalho pelo capitalismo. A precarização é brutal, mas gestam-se resistências e novas formas cooperativas
País naturalizou a desocupação e a precariedade. Mas há alternativa: rejeitar a condição subalterna; colocar as novas tecnologias a serviço das maiorias — em especial da Economia Solidária. Outras Palavras abre investigação sobre o tema
Em vez de produzir precariedade, as tecnologias da informação poderiam ajudar a construir relações sociais pós-capitalistas? Que políticas públicas são necessárias? Começa neste sábado série de debates provocadora e indispensável
Novo aplicativo mostra a potência da relação entre cooperativas e entes públicos. Mas sua tecnologia está em mãos privadas. Luta contra a uberização requer soberania digital — já presente em outras experiências, no Brasil e América Latina
Como a entrada da Alphabet nas cátedras aprofunda a dependência e ameaça a soberania nacional? Que ardis utiliza para forçar acesso ao pensamento estratégico do Estado e transformar ciência pública em infraestrutura privada de poder?
Alta do custo de vida foi o estopim das manifestações. EUA e Israel tentam dirigi-las para a “mudança de regime”. Esta ousadia pode ser seu ponto fraco: população rejeita interferência externa. Regime age para enfrentar as sanções, mas resultados ainda são limitados
Da Inglaterra industrial às lutas de Chicago, seguido pela França até às greves no Brasil, reduzir a o tempo de trabalho está no cerne das resistências trabalhistas. O que dizem as pesquisas atuais? Por que o apoio ao fim da escala 6×1 é tão amplo?
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