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Em um ano, despesas com juros da dívida cresceram 40%. E há o risco do indicado para a presidência do BC naturalizar a Selic nas alturas. Perspectivas da política monetária e fiscal são preocupantes. E Lula insiste em “pente fino” em áreas pouco expressivas…
Faria Lima planeja elevar a Selic até a saída dos diretores bolsonaristas, em dezembro. E o cotado, até agora, para presidir o banco mostra-se alinhado ao financismo. É hora de pressão: nome de Lula no BC deve ser para mudança e reconstrução do país
Já no final de seu mandato, o presidente do BC culpa o governo pelos juros altíssimos e pinta banqueiros de vítimas. Outra política monetária e fiscal é imprescindível na reconstrução do país. Mas Lula precisa de firmeza para romper a captura da entidade
Entre 2021 e 2024, pagamento aos rentistas cresceu 23% ao ano e saltou a R$ 836 bi — quase o triplo de todas as despesas em Saúde. Nenhuma despesa social teve avanço semelhante, mas a mídia “exige” de Lula cortes que atingem em cheio sua base
O papel do BC vai muito além de definir o patamar dos juros. Inclui regular os mastodontes que distorcem o mercado bancário e de crédito e frear a captura dos bancos públicos pelo financismo. Porém, ele jamais agiu nesta direção. Vem aí uma nova direção
Lula será candidato forte à reeleição em 2026. E no Banco Central, seus indicados terão maioria folgada de janeiro de 2025 em diante. Inquieta, a turma da bufunfa, que controla o sistema financeiro e à mídia, mostra que tentará enquadar o presidente
Além da subida da popularidade de Lula, pesquisa Quaest mostra: população não engole o discurso de “austeridade”. Maiorias rechaçam o arrocho, juros altos e interferências do “mercado”. E ensinam governo e movimentos: pauta econômica ainda é central
Presidente do BC nem deixou o cargo e já é cotado como um “novo Paulo Guedes” da oposição. Sem ele no cargo, Lula tem a chance de conter as imposições da Faria Lima. Mas reorientar de fato os rumos econômicos exige revogar o arcabouço fiscal
Um Procurador da República põe o dedo na ferida: Banco Central dá aos operadores financeiros direito e o poder de decidir a taxa de juros que os beneficiará – com bilhões… Pode haver maior sinal de uso do Estado para fins privados?
Nomeado por Bolsonaro, Roberto Campos Neto pensa que é preciso dizer não ao governo federal e ao Congresso. Ou seja: o voto popular não tem primazia. Mas é bem afável com o rentismo, que vampiriza as riquezas do país e dita as políticas monetárias
Exame da nova Doutrina de Segurança Nacional dos EUA. Crítica às elites, ao globalismo e às instituições internacionais “usurpadoras” não esconde o essencial: aposta na força, ideia de que não há alternativase crença na primazia dos mercados
Uma notável filósofa e pintora pernambucana do período colonial. Seu trabalho se perdeu – embora citado em documentos e evocado como símbolo de resistência. O que o caso revela sobre preservação da História e desigualdade de gênero na produção do conhecimento?
Em resposta à guerra de Trump, Conferência Internacional Antifascista e pela Soberania ocorrerá em Porto Alegre, em março. Reunirá partidos, organizações e movimentos para dialogar sobre as estratégias e iniciativas em cada um de nossos países
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