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Novos fatos expõem estratégia do presidente: ampliar incessantemente as tensões, para bloquear o debate sobre os temas nacionais e flertar com o imponderável
“A Esperança Equilibrista é outra”, garante o compositor. “Não se deixem intimidar: a resistência falará mais alto”, completa o sociólogo […]
Coerção dos dirigentes da UFMG foi capricho vingativo. Dirigida por delegado que acha normal alguém receber malas de dinheiro, polícia […]
Na operação que eletrizou o país, sobram prisões arbitrárias e alarde. Mas faltam perícias e investigação real. De tão pífia, ação acabará absolvendo agronegócio
Por Roberto Tardelli, no Justificando
Oscar Costa Filho ganha manchetes investindo contra o exame. Aílton Benedito de Souza, seu colega, quer ditar a política externa. Até quando Ministério Público acolherá falastrões descontrolados?
Por Luis Nassif, no GGN
Espião vive em casa de ex-capitão do DOI-CODI. Lei de 2014 envolve Exército em “Segurança Pública”. Rede de vigilância pode ser muito maior que se pensa
Por Marina Rossi, no El País Brasil
Truculento e autoritário hoje, ministro da Justiça, já exibiu outra face. Terá adotado a brutalidade para conquistar um lugar ao sol na política, em tempos ásperos?
Quem é o físico brilhante que governo brasileiro expulsou às pressas, há uma semana. O que esta violência revela sobre os riscos que correm nossas liberdades civis
Ao desabafar para grupo que o vaiava, diante de sua casa, Ciro Gomes tinha razão: no Brasil, autoritarismo volta-se com frequência contra aqueles que o defendem
Há 75 anos, estreava “O Grande Ditador”. Cineasta adorava satirizar poderosos e fora hostilizado por nazistas. Nos EUA, conservadores protestaram contra o filme
Por Joachen Kurten, na DW
Exame de uma construção midiática. Na Venezuela, como no genocídio em Gaza ou no Iraque, apaga-se a barbárie, deslocando-se o foco para a “precariedade” da vítima e a “excelência técnica” do agressor. O que sobra é um mundo um pouco mais baixo, violento e cínico
Após o sequestro de Maduro, Trump indica aceitar um governo liderado por Delcy Rodríguez, desde que o controle do petróleo venezuelano seja transferido a empresas dos EUA. A decisão não será fácil. O Estado venezuelano encontra-se por um triz
O sequestro de Maduro reduz, mas não elimina a força do chavismo na Venezuela. Tampouco resolve o declínio hegemônico dos Estados Unidos. E Washington não é capaz de oferecer oportunidades de desenvolvimento que compitam com a alternativa chinesa
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