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Ao defender lucros em detrimento da população, presidente isola-se até de ultradireitistas como Trump e Narendra Modi — que já decretaram quarentena. Mandetta volta a mostrar face técnica — e defende “importância de parar” comércios
Menos “charmosa” que o coronavírus, doença está encoberta. Mas casos aumentam: até quinta semana do ano, foram mais de 94 mil – 19% a mais do que o ano anterior. Paraná é foco principal: 8 mil contaminados em uma semana
“Partido” expandiu-se nacionalmente mas não abandonou base nos presídios. Pergunta-se: a quem servem a “guerra às drogas” e o encarceramento em massa?
Como a maior cheia da História colocou parte do Estado sob as águas e alerta — como a seca no Sudeste — para consequências da mudança climática
Pressionados por madeireiros, crime organizado e doenças, cinco grupos que escolheram viver distantes da civilização aproximam-se. Mas como será contato?
Por Renato Santana, no Le Monde Diplomatique
Que rotas trazem haitianos ao Brasil. Por que veem país como esperança. Como protegê-los do descaso de governos e superexploração por empresários
Por Laís Azeredo Alves, no Gusmão
Com abrigos lotados e falta de abastecimento, situação em Brasileia, no Acre, está chegando ao limite. Movimentos exigem ajuda do governo
Por Rodrigo Borges Delfim, em Migramundo
Viagem ao Acre, onde sobrevive, em condições desumanas, parte dos milhares de haitianos que se espalham pela América do Sul em meio à desintegração de seu país
Por João Paulo Charleaux, na Vice
Após kit anti-homofobia, curta-metragem brasileiro com temática homossexual é censurado por pressão de religiosos.
Exame de uma construção midiática. Na Venezuela, como no genocídio em Gaza ou no Iraque, apaga-se a barbárie, deslocando-se o foco para a “precariedade” da vítima e a “excelência técnica” do agressor. O que sobra é um mundo um pouco mais baixo, violento e cínico
Após o sequestro de Maduro, Trump indica aceitar um governo liderado por Delcy Rodríguez, desde que o controle do petróleo venezuelano seja transferido a empresas dos EUA. A decisão não será fácil. O Estado venezuelano encontra-se por um triz
O sequestro de Maduro reduz, mas não elimina a força do chavismo na Venezuela. Tampouco resolve o declínio hegemônico dos Estados Unidos. E Washington não é capaz de oferecer oportunidades de desenvolvimento que compitam com a alternativa chinesa
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