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A ideia de guerra ao terror, usada por Israel e EUA, é um artifício semântico para separar guerreiros civilizados das “bestas-feras árabes”. Cínicos, os países tentam ocultar seus crimes brutais que se tornaram expedientes corriqueiros no exercício do poder
Sob terror e escombros, humanidade e poesia. Crônica da guerra, por uma escritora palestina. A família confinada em Gaza. As bombas gritam, os telefones se calam. As mortes que não contam. Em meio ao terror de Israel, a Palestina viverá
Após a tormenta Daniel, acentua-se o drama de um país rico em petróleo e água, mas cujo Estado foi destruído pela invasão da Otan. Mais sobreviventes arriscarão suas vidas no Mediterrâneo – síntese das relações coloniais entre Europa e África
Por meio século, pela supremacia de sua moeda, EUA atrelaram a ela todas as transações com o “ouro negro”. Força resultante alimentou um novo colonialismo e suas guerras. Agora, diplomacia chinesa o desafia – e aponta alternativas reais
Povo foi o mais afetado nos recentes sismos na Turquia e Síria, e é segregado no resgate e apoio aos refugiados. Condição de minoria dispersa em vários países contrasta com história milenar. Crise acentua seu desejo de independência e unidade
Ao se afastar dos sauditas e se abrir ao Ocidente, Doha usou riqueza do petróleo para criar Al-Jazeera e investir no futebol europeu. Agora terá o megaevento. Mas não tolera liberdades e tentará conter turistas, para não atiçar conservadores
Não é só a Ucrânia. Na África e Oriente Médio, conflitos destroem serviços essenciais e deslocam multidões, disseminando doenças. Saúde mental e pandemia acendem alerta. Mas solidariedade muda conforme a origem e cor dos refugiados
Agora, à brutalidade primitiva do Talibã soma-se outra – requintada e capciosa. Em fuga após inundar o país de mortos, os ocupantes esperam mulheres-heroínas que, imunes à devastação de seu povo, expressem o projeto de “liberdade” do Ocidente
Na queda de Cabul, há mais que colapso militar e humanitário. Há o declínio de um Ocidente que praticou a epistemologia da ignorância – o desprezo pela sabedoria do outro; a ideia de que, dela, basta conhecer o que sirva para subjugá-la
Análise escrita em 2010 revelava a impossibilidade da vitória de Washington. Também alertava: sistema mundial sob o qual vivemos precisa incessantemente de conflitos para se manter e expandir. Vexame atual confirma tais hipóteses
Pensador argumenta: perda de liderança tecnológica e econômica deixa a nu a pequenez moral do mundo eurocêntrico. Domínio do dólar não durará dez anos. Há, pela primeira vez em séculos, brecha para ordem mundial menos hierárquica
Uma leitura da obra do pensador quilombola substitui a crítica ao colonialismo pela idealização dos saberes ancestrais. Por outro lado, ele nunca quis fundar nova antropologia – e sim, confrontar academicismos. Apontamentos sobre artigo polêmico de Douglas Barros
O conturbado início de 2026 mostra que o Brasil precisa repensar sua posição no mundo. Um caminho é combater a cultura de subordinação interna e construir plataforma pela soberania para gerar autonomia política – e alavancar desenvolvimento nacional
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