Autor de oito longas, ele morreu amargurado com a situação do país. Pagou um alto preço por sua radicalidade em 50 anos de carreira: produção errática e intermitente, obra sem a repercussão merecida e uma debilitada saúde
Desigualdade cresce. “Superministro” insiste na desastrosa fábula de “austericídio” fiscal e da privatização de estatais. Não há “boa vontade” do mercado: recuperar o protagonismo do Estado é crucial para sairmos desse desastre neoliberal
Ao renunciar à candidatura à presidência, ela qualificou-se como estrategista da vitória sobre a direita – agora mais possível que nunca. Seu gesto diz muito, a Brasil às voltas com Bolsonaro e a uma Europa ameaçada pelo neofascismo