Para ler na quinta-feira

Todos os textos estão acessíveis em nosso clip de hoje:

> As entrevistas de Fidel Castro:

Numa série surpreendente de diálogos com publicações refinadas da imprensa internacional, o líder da revolução cubana fala sobre o passado e futuro de Cuba:

“Cheguei a estar morto, mas ressuscitei”

Entrevista a Carmen Lira (30/8), diretora do diário mexicano La Jornada, sobre sua doença e os supostos riscos de uma guerra nuclear próxima. Aqui (castelhano)

“Sou o responsável pela perseguição aos homossexuais”

Na continuação da mesma entrevista, o cerco a Cuba, nos tempos da Guerra Fria, e algumas de suas repercussões dramáticas na ilha. Aqui (castelhano)

“O sistema cubano já não serve nem para nós”

Numa conversa com o jornalista político Jeffrey Goldberg, da revista norte-americana The Atlantic, o comandante refere-se à ultra-centralização da economia em mãos do Estado — e parece apoiar as reformas de Raúl Castro. Aqui (inglês)

– “Disse a Ahmadinejad para deixar de importunar os judeus”

Ao mesmo Goldberg, Fidel expõe seus temores quanto a uma guerra nuclear no Oriente Médio — e diz que para evitá-la, é preciso que Israel concorde em se desnuclearizar. Na mesma conversa, ele sugere que o presidente do Irã deixe de negar o Holocausto. Aqui (inglês)

> A velha mídia, distante dos corações e mentes:

Marcos Coimbra, sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi, analisa: os três “grandes” jornais e a Rede Globo fabricaram um “escândalo” e o repercutiram exaustivamente, durante quinze dias. Para nada.

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