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Revolução tunisiana transmite impulso libertário ao Egito, e multidões ocupam as ruas e a internet contra a ditadura de Hosni Mubarak.
Fonte interna informa que a organização não participa dos levantes populares na Tunísia e Egito, mas espera ocupar maior espaço com a queda de regimes ditatoriais e menor influência ocidental.
Enquanto Washington prepara novas perseguições ao Wikileaks, pesquisador finlandês propõe: proteger porta-voz do site, para evitar retrocesso político grave
Últimos acontecimentos do terremoto político nos países árabes: revoltas no Egito contra a ditadura de Hosni Mubarak, Hezbollah no poder no Líbano e vazamento de documentos de Israel e “Autoridade Palestina”.
Revolução tunisiana derruba ditador de estimação do Ocidente e precisa continuar para mudar o regime como um todo. Foi o primeiro movimento de massa árabe desde a Revolução Islâmica no Irã, em 1979.
Dois terços dos países do mundo já reconheceram o Estado da Palestina, mas governo de direita em Israel persiste em não fazer qualquer concessão.
Análise da disseminação do Talibã no norte do país, e suas relações com os sufis e a al-Qaeda, por Syed Shahzad.
Essa semana emergiram sinais de que a história na Tunísia ainda não está decidida, pois continuam os protestos em Túnis e em todo o país.
Guerrilha no Afeganistão compõe-se de Talibã e outros grupos internos, além de comandos uzbeques, tadjiques, hazaras, chechenos, iranianos.
Hugo Albuquerque sustenta que revelações do Wikileaks e a autoimolação de um vendedor deflagraram um processo molecular e incontrolável de revolta, que ainda terá muitos desdobramentos nos países árabes.
Após sequestrar Maduro, Trump assume cobiça pelo petróleo. Bombardeios visam os centros da resistência armada e popular — mas a luta não acabou. Episódio indica: é preciso colocar em pauta já, também no Brasil, ruptura das relações de dependência com os EUA
Democracia liberal parece esgotada. Em crise, a dominação ocidental torna-se mais agressiva – e ameaça o planeta. Quais os caminhos para alternativas? Nossa Retrospectiva relata outro ano em busca de saídas e convida a um 2026 decisivo
Acordo Mercosul-UE pode aprofundar a reprimarização brasileira e a subordinação geopolítica, afinal, recursos hídricos para implantação de data center e reservas de terras raras do país são cobiçados. Para freá-lo, o exemplo europeu: mobilização dos trabalhadores
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