Paralisia econômica e desigualdades explosivas levam executivos a questionar busca do lucro máximo, a curtíssimo prazo. Mas hesitam: por que romper com os dogmas de Milton Friedman, que glorificam o interesse egoísta acima de tudo?
Rejeitada pela maior parte da população, contestada no STF, operação privaria país de seu banco público mais capilarizado. Mas Bolsonaro e Guedes avançam, por meio da MP-995, que fatia CEF para vendê-la em partes. Cabe resistência