Últimas horas para apoiar De Olho nos Ruralistas

Termina à meia noite campanha de arrecadação para programa que debaterá em profundidade o modelo agrícola brasileiro e as alternativas. No vídeo, o apoio do Conselho Indigenista Missionário

Da Redação

A um dia do fim da campanha de arrecadação em nossa plataforma de sustentação autônoma, De Olho Nos Ruralistas ganhou o apoio de Cleber Buzatto, Secretário Executivo do Conselho Indigenista Missionário Cimi. “É um projeto de interesse da sociedade, para o qual manifestamos apoio e pedimos apoio de todos”.

13876441_586694964842415_689288859837538882_nEle vê uma importância estratégica do projeto, especialmente no que se refere à violência praticada contra povos originários e povos tradicionais.

De Olho nos Ruralistas já tinha obtido o apoio, em vídeo, de Dom Enemésio Lazzaris, presidente da Comissão Pastoral da Terra (CPT),

Quem fizer doações hoje (09/08), último dia da campanha, concorrerá a dois brindes extras, além dos previstos para cada faixa de preço. Participará do sorteio de três exemplares de “Memórias Sertanistas – cem anos de indigenismo no Brasil”, do jornalista e pesquisador Felipe Milanez, e dois exemplares de “Agroecologia na Universidade – entre vozes e silenciamentos”, escrito pela pesquisadora Luciana Buainain Jacob. Os cinco exemplares serão autografados pelos autores. 

As doações podem ser feitas aqui: http://bit.ly/1sCYNBQ

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Um comentario para "Últimas horas para apoiar De Olho nos Ruralistas"

  1. Paulo Cardoso disse:

    Sou totalmente contrário às “reservas” indígenas, que os estadounidenses estabeleceram, e brasileiro copiou, para manutenção do encurralamento dos indígenas. Estes guetos intensificam a estratificação do habitante original do continente e alimenta o preconceito racial.
    Ao trabalho de socialização do negro, intencionado por sociólogos, chefiados por José do Patrocínio, à época preparatória da alforria da escravidão brasileira, deve-se somar o do indígena.
    A verdadeira liberação de uma raça no seio de outra cultura representa mais um problema econômico do que psicológico.
    Eis que, jorrar pessoas na sociedade civil, na condição de desempregados, como foi o caso do escravo brasileiro até o dia 12 de maio de 1888: mantinha endereço, comida, vestuário e atendimento pessoal, por mais que precários.
    A partir do dia seguinte encontra-se sem nenhum dos meios citados, literalmente no meio do nada, sem nada. E com toda restante sociedade em torno de si cobrando-lhe integridade e contrapondo-lhe menosprezo e preconceito.
    Até que o alforriado recobrou-se muito galhardamente até os dias de hoje!
    Todos teriam a grande desculpa para decaírem: desprovimento de tudo que conhecemos de apoio social, moradia, comida, educação, saúde.
    Hoje conhecemos estes grandes heróis, muitos até, como seu patrono, com educação superior e outros membros de classes sociais promotoras de bem estar e assistência.

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